Pesquisa Paraná revela favoritismo de Marina Silva para o Senado em São Paulo, mas destaca sua elevada taxa de rejeição entre os eleitores

Marina Silva lidera a intenção de votos ao Senado em São Paulo, mas também apresenta a maior rejeição entre os candidatos, aponta pesquisa Paraná.
Marina Silva lidera intenção de votos ao Senado em São Paulo, mas enfrenta alta rejeição
A pesquisa Paraná Pesquisas, divulgada em 16 de abril de 2026, revela que Marina Silva lidera a disputa ao Senado em São Paulo, com 37,8% das intenções de voto no primeiro cenário apresentado. Apesar do favoritismo, ela também é a pré-candidata com maior rejeição, atingindo 28,2% dos eleitores que afirmam não votar nela. Simone Tebet (PSB) e Guilherme Derrite (PP) aparecem na sequência, com 32,9% e 27,4%, respectivamente.
Análise dos cenários eleitorais e seus impactos na disputa senatorial
O levantamento testou três cenários distintos para a corrida ao Senado paulista. Em todos, Marina Silva mantém a liderança com cerca de 37% das intenções, seguida de Simone Tebet, que oscila entre 32,3% e 32,9%. Candidatos como Guilherme Derrite, Ricardo Salles e Paulinho da Força apresentam resultados variáveis, mas consistentemente abaixo dos dois primeiros colocados. A presença de candidatos do PL, como André do Prado, Mario Frias e Coronel Mello Araújo, indica fragmentação do eleitorado.
A rejeição elevada de Marina Silva, que lidera também essa estatística, pode influenciar a dinâmica da disputa, especialmente entre eleitores indecisos ou que avaliam critérios negativos para definir seu voto. Essa polarização demonstra a complexidade do cenário político paulista para o Senado em 2026.
Perfil dos eleitores e metodologia da pesquisa Paraná Pesquisas
Foram entrevistadas 1.600 pessoas em 80 municípios do estado de São Paulo, por meio de entrevistas pessoais entre os dias 11 e 14 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O registro da pesquisa está formalizado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-00378/2026.
Rejeição e suas consequências para os candidatos ao Senado em São Paulo
A rejeição é um fator decisivo que pode alterar as expectativas de vitória. Marina Silva, apesar de liderar a intenção de votos, possui uma rejeição de 28,2%, seguida por Paulinho da Força (24,1%) e Simone Tebet (19,7%). O alto índice pode indicar uma eleitorado dividido, com possibilidade de votos brancos, nulos ou para outros candidatos. Essa situação exige que os candidatos invistam em estratégias para reduzir a rejeição e ampliar sua base de apoio.
Implicações políticas para a eleição de 2026 e o cenário nacional
A liderança de Marina Silva em São Paulo para o Senado com elevada rejeição reflete uma tendência nacional de candidaturas polarizadas, que mobilizam bases firmes, porém enfrentam resistência significativa. Esse fenômeno pode influenciar a composição do Senado e as alianças políticas futuras. A pesquisa também destaca preocupações do eleitorado com figuras políticas nacionais e seus impactos nas eleições estaduais.
Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e figura tradicional da política nacional, continua sendo um dos nomes mais fortes na disputa paulista, mas a rejeição alta indica que sua campanha terá desafios para conquistar eleitores além de seu núcleo fiel.
A dinâmica desta pesquisa evidencia como as intenções de voto e a rejeição caminham juntas e moldam a complexidade do cenário eleitoral paulista rumo ao pleito de 2026.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Câmara dos Deputados





