Ação civil pública do MP de Santa Catarina investiga suposta má conduta de Ulisses Gabriel durante inquérito do caso Cão Orelha

Ministério Público de Santa Catarina move ação contra ex-delegado-geral Ulisses Gabriel por improbidade no caso Cão Orelha.
Contexto da ação do Ministério Público no caso Cão Orelha
O Ministério Público de Santa Catarina deu um importante passo ao protocolar, em 13 de fevereiro de 2026, uma ação civil pública de improbidade administrativa contra Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil do estado. A ação está relacionada ao caso Cão Orelha, um processo que vem mobilizando autoridades e gerando ampla repercussão desde que os fatos vieram à tona. O MPSC não divulgou detalhes, pois o processo corre em segredo de justiça.
Investigação sobre a conduta do ex-delegado-geral Ulisses Gabriel
Ulisses Gabriel foi investigado por supostos abusos de autoridade e vazamento de informações sigilosas durante o andamento do inquérito que apurava a morte do cachorro conhecido como Cão Orelha. O Ministério Público instaurou um inquérito próprio para apurar a conduta do delegado em março, mas o pedido de afastamento foi arquivado por não haver comprovação de irregularidades. Apesar disso, a ação de improbidade administrativa foi mantida, evidenciando a complexidade e a gravidade das suspeitas.
Desdobramentos e importância das diligências complementares solicitadas
Além da ação civil pública, o Ministério Público solicitou que a Polícia Civil realize diligências complementares, apontando lacunas no material inicialmente reunido. Estas ações são fundamentais para esclarecer pontos ainda obscuros e garantir a transparência e a lisura das investigações. Atualmente, o caso segue sob a supervisão do MP, que tem buscado aprofundar o apanhado probatório para garantir justiça e responsabilização adequada.
Histórico do caso e impacto na Polícia Civil de Santa Catarina
O caso Cão Orelha envolveu um adolescente apontado como agressor, cuja internação foi solicitada, e o indiciamento de três pessoas por coação contra um porteiro do condomínio onde o cão foi morto. O ex-delegado-geral Ulisses Gabriel deixou o cargo em fevereiro, tendo sido substituído pelo delegado Marcelo Sampaio Nogueira. O desdobramento judicial e administrativo do caso reflete diretamente na imagem das instituições de segurança pública e na confiança da população perante os órgãos responsáveis.
Perspectivas e desafios para a resolução do caso Cão Orelha
A ação de improbidade contra o ex-delegado-geral reforça a necessidade de rigor nas apurações das condutas de agentes públicos envolvidos em investigações sensíveis. O acompanhamento contínuo do Ministério Público e as diligências complementares indicam uma postura firme para esclarecer todos os aspectos do caso Cão Orelha. O desfecho da ação poderá estabelecer precedentes importantes para a gestão da função pública e o combate a práticas ilícitas no âmbito policial.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Prefeitura de Blumenau





