Encontro em Parecis Novo mobiliza produtores, viveiristas e órgãos públicos para frear disseminação da doença nas plantações gaúchas

Secretaria de Agricultura promove encontro estratégico em Parecis Novo com representantes da cadeia citricultora para estruturar ações contra o greening
Greening ameaça citricultura gaúcha e demanda ação integrada
O Rio Grande do Sul convocou sua cadeia citricultora para enfrentar o avanço do greening, doença que compromete a produtividade e a qualidade dos frutos. A reunião estratégica em Parecis Novo marcou o início de uma mobilização que envolve toda a estrutura produtiva regional.
Participantes definem frente única contra a doença
Produtores rurais, viveiristas, comerciantes e gestores públicos compareceram ao encontro para estruturar ações preventivas. A integração entre esses segmentos é essencial para conter a propagação do greening, que se dissemina principalmente pelo inseto vetor e por mudas contaminadas. A participação de órgãos públicos reforça o compromisso institucional com o setor.
Medidas preventivas e protocolos em foco
Durante o evento, foram debatidas estratégias de contenção e práticas de manejo que reduzem riscos de contaminação das plantações. Viveiristas apresentaram procedimentos para garantir a sanidade das mudas, enquanto produtores compartilharam experiências de prevenção. O protocolo integrado busca criar barreiras efetivas contra o progresso da doença.
Importância econômica motiva urgência nas ações
A citricultura representa segmento econômico relevante para o estado. A confirmação dos primeiros casos de greening em plantas cítricas gaúchas amplificou a necessidade de resposta rápida e coordenada. Investimento em prevenção reduz custos futuros de tratamento e preserva a viabilidade das propriedades.
Próximos passos e monitoramento contínuo
O encontro em Parecis Novo funciona como ponto de partida para protocolos mais rigorosos na região. Monitoramento contínuo de plantações, fiscalização de viveiros e campanhas de conscientização integram a estratégia de longo prazo. A cadeia citricultora gaúcha mantém diálogo aberto com órgãos reguladores para adaptar ações conforme a evolução da ameaça.





