Parceria entre Saúde e Educação amplia cobertura vacinal com ações em unidades de ensino e CMEIs

Estado mantém parceria consolidada entre secretarias para aplicar vacinas em escolas, beneficiando crianças, adolescentes, professores e funcionários da rede estadual.
Vacinação contra gripe nas escolas do Paraná ganha força com ação intersetorial
O Governo do Paraná intensifica a campanha de vacinação contra gripe nas escolas estaduais através de parceria consolidada entre as secretarias da Saúde e Educação. A estratégia busca facilitar o acesso ao imunizante para toda a comunidade escolar, fortalecendo a prevenção especialmente durante as estações mais frias do ano.
Reconhecimento Nacional da Estratégia Paranaense
A iniciativa paranaense foi destaque entre as melhores experiências do país durante evento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde realizado em Brasília. Esse reconhecimento reforça a efetividade do modelo de integração entre políticas de saúde e educação desenvolvido no estado.
De acordo com dados de 2025, foram promovidas mais de 4,7 mil ações em escolas da rede estadual e também em Centros Municipais de Educação Infantil, contribuindo significativamente para a ampliação da cobertura vacinal no estado.
Planejamento Anual e Execução Contínua
Equipes das duas secretarias realizam reuniões intersetoriais anualmente para planejar as ações de imunização que serão desenvolvidas ao longo do ano letivo. Essa articulação permite que a vacinação seja mantida como processo constante durante todo o período escolar, não se limitando a campanhas sazonais específicas.
O secretário da Saúde, César Neves, enfatiza o compromisso do estado: “Continuamos com estratégia firme de levar as vacinas para o ambiente da escola. Essa parceria permite que mais pessoas se beneficiem da vacina da gripe, principalmente quando as temperaturas começam a cair.”
Acesso Facilitado e Participação Comunitária
A vacinação é operacionalizada através de notificação da escola aos responsáveis, que também podem acompanhar o processo de imunização de seus filhos. Esse modelo descentralizado permite que professores e funcionários igualmente se beneficiem da proteção oferecida pelas ações dentro das unidades educacionais, expandindo o escopo de proteção além do público infantil e adolescente.





