Operação deflagrada em sete estados brasileiros soma novas prisões após continuidade de diligências iniciadas na quarta-feira

Polícia Civil do Paraná encerrou operação contra abuso sexual infantojuvenil com oito prisões em Foz do Iguaçu, Santa Maria, Duque de Caxias, Paulista, Diadema, Jussara, Tianguá e Brasília.
A Polícia Civil do Paraná concluiu operação de combate ao abuso sexual infantojuvenil com a prisão de oito investigados entre quarta e quinta-feira em sete estados brasileiros. As capturas ocorreram em Foz do Iguaçu (PR), Santa Maria (RS), Duque de Caxias (RJ), Paulista (PE), Diadema (SP), Jussara (GO), Tianguá (CE) e Brasília (DF), com apoio das polícias civis locais.
Desenvolvimento da operação
A ofensiva foi deflagrada nas primeiras horas de quarta-feira (24), resultando na prisão de seis investigados no mesmo dia. Com a continuidade das diligências, dois suspeitos que não haviam sido localizados inicialmente foram capturados entre a tarde de quarta e a manhã de quinta-feira, totalizando oito detidos.
Origem da investigação
A investigação foi instaurada pela Polícia Civil do Paraná após a apreensão de um dispositivo eletrônico em Palmas que continha fotos e vídeos relacionados aos crimes investigados. Este é o terceiro desdobramento operacional decorrente dessa investigação inicial, que expandiu-se significativamente ao longo do tempo.
Apoio técnico e cooperação internacional
A operação contou com suporte do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB), vinculado à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI), além de colaboração da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) e do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A atuação também recebeu respaldo internacional da Homeland Security Investigations (HSI), dos Estados Unidos, reforçando o aspecto transnacional do combate a esse tipo de crime.
Próximas etapas
Os detidos passarão por procedimentos formais de investigação e autuação na delegacia. As autoridades prosseguem em análise de material apreendido para identificar possíveis novos envolvidos e vítimas, conforme protocolos estabelecidos para investigações dessa natureza.





