Candidato à Presidência pelo partido Missão teve absolvição confirmada pelo MP de São Paulo após insuficiência de provas

O Ministério Público de São Paulo confirmou a absolvição de Renan Santos em processo de acusação de estupro. A promotoria pediu absolvição por insuficiência de provas após fase de instrução.
Renan Santos absolvido em processo por acusação de estupro em São Paulo
O Ministério Público de São Paulo confirmou que Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo partido Missão, foi absolvido pela Justiça em processo no qual enfrentava acusação de estupro. Segundo comunicado oficial, a Promotoria apresentou denúncia inicial, mas modificou sua posição durante a fase processual.
Insuficiência de provas levou à absolvição
Após a análise de documentos, laudos periciais e depoimentos realizados na fase de instrução, o Ministério Público pediu a absolvição do candidato. A fundamentação legal baseou-se na insuficiência de provas para sustentar a acusação inicial. O processo tramitou em segredo de Justiça para preservar a identidade da mulher envolvida na denúncia.
Processo tramitou em sigilo
A manutenção do sigilo processual foi determinada para salvaguardar a identificação da mulher que registrou a acusação contra o candidato. Essa prática é comum em casos de violência sexual, protegendo vítimas de exposição mediática desnecessária. A confirmação da absolvição só foi possível após a localização específica do número do processo judicial.
Boletim de ocorrência de 2021
Em junho deste ano, a Justiça de São Paulo rejeitou pedido dos advogados de Renan Santos para remover das redes sociais publicações mencionando boletim de ocorrência registrado em 2021. No documento, uma mulher acusa o candidato de estupro e agressões. A defesa argumentava que tais publicações causavam danos à imagem do cliente, mas o juiz Fabio Evangelista de Moura manteve autorização para circulação das informações.
Defesa reafirma inocência
Aos ser questionada previamente, a equipe jurídica de Renan Santos afirmou que ele foi vítima de falsa comunicação de crime e que obteve absolvição por sentença transitada em julgado. Os advogados também destacaram que o Ministério Público havia solicitado a absolvição, corroborando a narrativa de defesa do candidato durante a campanha presidencial.





