Candidato do PSD também propõe criar polícia comum para países da América do Sul

Natuza Nery, Andréia Sadi e Ronaldo Caiado (PSD) — Foto: Globo/ João Cotta
Candidato pelo PSD afirmou que anistiará condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 como medida para pacificar o país.
O candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou que, se eleito, anistiará as pessoas condenadas pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A declaração foi feita em entrevista concedida na tarde de sexta-feira (7) às jornalistas Natuza Nery e Andréia Sadi, transmitida ao vivo pelo G1 e pela GloboNews.
“É uma medida que tem o sentido de pacificar o país”, afirmou Caiado.
O candidato de 76 anos também comunicou a intenção de encaminhar ao Congresso propostas de reformas administrativa e política. Ele avalia que o momento é de “urgência” e prometeu apresentar essas propostas já no primeiro dia de um eventual governo.
Caiado ainda mencionou a necessidade de revisão de alguns pontos da reforma tributária e de discussão acerca de uma nova reforma, a da Previdência.
No campo da segurança pública, o ex-governador de Goiás propõe a criação de uma polícia comum para os países da América do Sul como forma de combater o crime organizado transnacional. “É a mesma coisa que a Europa fez. Eu quero ter uma polícia que possa transitar [pelos dez países que fazem fronteira com o Brasil]”, explicou.
Esta é a segunda vez que Ronaldo Caiado concorre à Presidência. A entrevista faz parte de uma série de conversas com candidatos. Renan Santos, candidato pelo partido Missão, foi entrevistado na quarta-feira (6). Romeu Zema, candidato pelo partido Novo, foi entrevistado na quinta-feira (6). A entrevista de Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, está marcada para segunda-feira (10).
A série de entrevistas chamou os cinco candidatos com melhor pontuação na última pesquisa Datafolha. O episódio da entrevista com Caiado foi publicado na íntegra como especial do programa O Assunto.





