Taxa de desocupação feminina atingiu 6,4%, enquanto a masculina ficou em 4,6%

Mulheres tiveram taxa de desocupação de 6,4% no 2º trimestre, superior à dos homens, que foi de 4,6%, revelando diferença significativa no mercado de trabalho
A taxa de desocupação das mulheres no segundo trimestre de 2026 ficou em 6,4%, acima da observada entre os homens, de 4,6%.
A diferença coloca o desemprego feminino 39% acima do masculino, revelando desigualdade persistente no mercado de trabalho brasileiro.
Os dados fazem parte do levantamento mais recente sobre a situação ocupacional da população por gênero no país. A pesquisa desagrega as informações para permitir análise comparativa entre homens e mulheres na força de trabalho.
Mulheres enfrentam taxas de desocupação historicamente superiores aos homens em praticamente todos os períodos analisados. A diferença de 1,8 ponto percentual entre as duas taxas reflete um padrão estrutural no mercado de emprego nacional.
Essas informações são essenciais para formular políticas públicas de inclusão e redução de desigualdades no acesso ao trabalho. Órgãos governamentais e organismos internacionais acompanham indicadores como este para avaliar avanços e retrocessos na equidade de gênero.






