Levantamento encomendado pela Globo ouviu 1.104 eleitores entre 4 e 7 de setembro

DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua — Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (10) revela que 84% dos eleitores do DF apoiam a internação involuntária de pessoas em situação de rua
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (10) de setembro indica que 84% dos eleitores do Distrito Federal apoiam a internação involuntária de pessoas em situação de vulnerabilidade social ou em situação de rua. O levantamento foi encomendado pela Globo.
Segundo os dados, 13% dos eleitores afirmam ser contrários à medida e 3% não quiseram ou não souberam responder. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Entre as mulheres entrevistadas, 88% declararam apoio à internação involuntária, enquanto 9% disseram ser contra e 3% não souberam ou não quiseram responder. Entre os homens, 79% manifestaram-se favoráveis, 17% contrários e 4% não quiseram ou não souberam responder. Nos dois grupos, a margem de erro é de 4 pontos percentuais.
A análise por faixa etária mostra que a maior rejeição à medida concentra-se entre eleitores de 16 a 34 anos, grupo no qual 20% declararam-se contrários à internação involuntária.
A lei que regula a internação involuntária foi sancionada pelo Governo do Distrito Federal em julho de 2026. A primeira internação involuntária registrada ocorreu em agosto, quando um homem de 31 anos foi resgatado andando nos trilhos do metrô.
A Quaest ouviu 1.104 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 4 e 7 de setembro. Os números de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são BR-04442/2026 e DF-01987/2026.





