Instrutores empurram turista para saltar de cânion de 80 metros no Daguestão

Mulher chorava e pedia para não realizar o salto. Funcionários a chutaram para fazê-la perder o apoio na borda.

Instrutores empurram turista para saltar de cânion de 80 metros no Daguestão
Turista foi forçada a saltar em cânion de cerca de 80 metros de altura. Foto: Reprodução/Redes sociais — Foto: Uma turista foi forçada a saltar em um cânion de cerca de 80 metros de altura. (Reprodução/Redes sociais)

Vídeo mostra momento em que uma turista é forçada a saltar de um cânion de cerca de 80 metros de altura no Daguestão, república da Federação Russa no norte do Cáucaso.

Um vídeo mostra o momento em que uma turista é forçada a saltar de um cânion de cerca de 80 metros de altura na atração turística Noh’o, no Rio Sulak, no Daguestão, república da Federação Russa no norte do Cáucaso.

Nas imagens, a mulher aparece chorando e tentando se afastar da borda enquanto pedia para não realizar o salto. Instrutores aparecem tentando fazê-la avançar até a borda enquanto ela solicitava para ser solta.

Um dos funcionários chuta a parte de trás das pernas da mulher para fazê-la perder o apoio e, em seguida, ela é lançada para a queda. Segundo informações da agência East 2 West, que obteve o vídeo, a mulher utilizava equipamento de segurança durante a atividade e aparentemente seu marido registrava toda a situação.

“Por favor, não me joguem assim! Me soltem”, gritou a turista antes de se voltar para o marido.

Nas imagens, os instrutores riem e pedem que ela se acalme e não se debata. A turista também gritou “Por favor… Não! Eu imploro!” enquanto os funcionários tentavam fazê-la sentar na borda.

Como não conseguiram colocá-la na posição desejada, os instrutores chutaram a parte de trás dos joelhos dela para fazer com que as pernas cedessem. Na sequência, a mulher foi impulsionada para o precipício.

Apesar da queda, a mulher sobreviveu. Depois de retornar à plataforma, ela chegou a ser questionada pelo marido se queria realizar o salto novamente.

Uma investigação sobre a conduta dos funcionários da empresa responsável pelos saltos está em andamento, de acordo com a East 2 West.