Craig Hamilton-Parker havia alertado sobre surto que afetaria peito e pulmões dias antes de pesquisadora contrair peste bubônica

Previsão do britânico Craig Hamilton-Parker sobre doença chamou atenção após morte de pesquisadora russa por peste bubônica em 2 de outubro
Uma previsão do britânico Craig Hamilton-Parker, conhecido como “Profeta do Fim do Mundo”, chamou atenção após a morte de uma pesquisadora russa por peste bubônica em 2 de outubro de 2026.
Dias antes do caso, Hamilton-Parker havia publicado vídeos nos quais alertava sobre uma possível doença capaz de se espalhar rapidamente. Darya Shipilova trabalhava no Instituto de Pesquisa Anti-Peste de Irkutsk, na Sibéria, e morreu após contrair a bactéria Yersinia pestis, segundo informações divulgadas pela imprensa. De acordo com relatos, ela teria sido infectada após quebrar acidentalmente um tubo de testes que continha o microrganismo.
Em um vídeo publicado antes do caso, Hamilton-Parker falou sobre um possível surto que afetaria o peito e os pulmões. Em outra gravação, divulgada em setembro, o britânico afirmou que a doença seria diferente de outras e teria maior facilidade de transmissão.
Hamilton-Parker também mencionou relatos que atribuiu a dois monges tibetanos, que teriam falado sobre uma doença biológica perigosa. Ele afirmou ainda que ferramentas de inteligência artificial poderiam ajudar a humanidade a enfrentar uma eventual crise sanitária.
Após a morte da pesquisadora, cerca de 200 pessoas que teriam tido contato com ela foram colocadas sob observação médica, de acordo com informações locais. Autoridades regionais cancelaram eventos públicos e adotaram medidas de quarentena em meio à preocupação com a propagação da doença.
Apesar da repercussão da previsão, não há evidências de que Hamilton-Parker tenha antecipado especificamente o caso da pesquisadora ou que suas declarações tenham relação com o episódio, segundo fontes consultadas.






