Trump diz que não tem pressa em acordo com Irã após destruir forças militares

Presidente americano afirmou que EUA eliminaram Marinha e Força Aérea iranianas e podem resolver pendências restantes em 10 minutos.

Trump diz que não tem pressa em acordo com Irã após destruir forças militares
Donald Trump diz que não tem planos de se encontrar com Flávio Bolsonaro

Trump afirmou que Washington não tem pressa em fechar acordo com o Irã e disse que EUA já eliminaram Marinha e Força Aérea iranianas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no sábado (31) que Washington não tem pressa em fechar um acordo com o Irã e se recusou a detalhar se espera retomar operações militares contra Teerã na próxima semana.

Segundo Trump, em declarações a repórteres em seu clube Mar-a-Lago, em Palm Beach, Flórida, os EUA já eliminaram a Marinha e a Força Aérea iranianas.

“Não estamos com tanta pressa, visto que já eliminamos a Marinha deles. Eliminamos a Força Aérea deles. Ainda temos que lidar com, eu diria, um ou dois locais. Mas podemos fazer isso em 10 minutos.”

Seus comentários surgiram horas depois de o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, ter ordenado às forças armadas do país que respondessem imediatamente e sem limites geográficos a qualquer ameaça. De acordo com comunicado publicado na conta oficial de Khamenei no Telegram, o líder iraniano também ordenou que todos os recursos americanos e israelenses fossem colocados ao alcance de ataque.

Mediadores trabalham para evitar a retomada da guerra, que começou em fevereiro com ataques conjuntos entre EUA e Israel que mataram o pai de Khamenei, o aiatolá Ali Khamenei.

Trump afirmou que o Irã queria fazer um acordo, mas “não era muito confiável”. O presidente americano também abordou questões domésticas do Brasil, declarando que o senador Flávio Bolsonaro, que perdeu a eleição presidencial para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e fugiu para os Estados Unidos, poderia permanecer no país “o tempo que quiser”.

“Ele foi tratado de forma muito desrespeitosa. Na minha opinião, a eleição foi uma vergonha.”