Ação gerou repercussão e afastamento imediato do magistrado.

Eduardo Appio, juiz federal da Lava Jato, é flagrado furtando uma garrafa de champanhe, levando ao seu afastamento imediato.
O juiz federal Eduardo Appio, que ganhou notoriedade no cenário nacional por sua atuação nos processos da Operação Lava Jato, está no centro de uma polêmica após ser flagrado furtando uma garrafa de champanhe em um supermercado de Blumenau, Santa Catarina. O episódio ocorreu na noite de 18 de outubro de 2025 e foi registrado por câmeras de segurança do local.
O ato de furtar
As imagens mostram Appio, vestido de maneira casual, retirando uma garrafa de Moët & Chandon, avaliada em R$ 399, da prateleira e colocando-a em uma sacola, antes de se dirigir à saída do supermercado sem passar pelos caixas. Após deixar o estabelecimento, ele foi abordado por seguranças que já o monitoravam devido a suspeitas de furtos anteriores.
Repercussão e afastamento
Diante da gravidade da situação e da repercussão do vídeo, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) decidiu afastar Appio de suas funções como juiz. Essa decisão foi tomada para garantir a integridade do sistema judiciário e para que o magistrado possa responder às acusações sem influenciar em processos em andamento.
Defesa do juiz
Em sua defesa, Eduardo Appio nega a autoria do furto e afirma que pagou por suas compras. Ele descreve o vídeo como uma “fake news” e argumenta que a manipulação das imagens compromete a validade da prova. Appio também alega que está sendo alvo de uma perseguição política, uma vez que sua atuação na Justiça Federal gerou animosidades na região em que trabalha.
Conclusão
Esse caso levanta questões relevantes sobre a ética e a responsabilidade dos magistrados, especialmente aqueles que lidam com casos de alta visibilidade como os da Operação Lava Jato. A sociedade aguarda desdobramentos sobre a investigação e possíveis consequências para o juiz Eduardo Appio.
Fonte: tnonline.uol.com.br





