Iniciativa marca um avanço na matriz energética do Paraná.
Compagas inicia operação de biometano em Londrina e Cambé, marcando um novo capítulo na matriz energética do Paraná.
Avanço da matriz energética no Paraná
A operação da primeira rede local de biometano pela Compagas no Norte do Paraná é um marco significativo. Conectando Londrina a Cambé, essa iniciativa é parte de um compromisso da empresa em expandir o acesso ao gás canalizado em mais municípios. O CEO da Compagas, Eudis Furtado Filho, afirma que este é um passo importante para a infraestrutura do estado, destacando o biometano como uma alternativa energética renovável e sustentável.
Biometano: uma solução sustentável
O biometano, gás de origem 100% renovável, é produzido a partir de resíduos da indústria sucroenergética, especificamente de cana-de-açúcar. Neste projeto, as indústrias PADO e AESA em Cambé foram as primeiras a se beneficiar do novo abastecimento. A integração dessa tecnologia não só demonstra a viabilidade operacional do biometano, mas também abre oportunidades para novos consumidores na região.
Investimentos e impactos econômicos
Para implementar essa operação, a Compagas investiu mais de R$ 10 milhões em 2025, construindo novos 4 quilômetros de rede e gerando aproximadamente 100 empregos diretos e indiretos. Além de atender às indústrias, a expansão da rede visa trazer benefícios ambientais significativos, como a redução de emissões e a melhoria da qualidade do ar urbano.
Futuro do biometano no Paraná
A Compagas já planeja expandir o atendimento ao mercado residencial e comercial de Londrina, além de conectar um posto de abastecimento para veículos leves e pesados. Em Maringá, a construção de uma nova rede permitirá o início do consumo de gás canalizado em 2026, posicionando a cidade como um polo de desenvolvimento no estado. A empresa visa alcançar um total de 3 mil unidades consumidoras até 2029, com um investimento total de R$ 100 milhões, solidificando a importância do biometano na estratégia energética do Paraná.





