Levantamento revela a insatisfação com a indicação do filho de Jair Bolsonaro para a presidência em 2026.
Pesquisa revela que 54% dos eleitores acreditam que Jair Bolsonaro errou ao indicar Flávio Bolsonaro para a presidência.
Cenário atual da política brasileira
A recente pesquisa da Genial/Quaest, divulgada em 16 de dezembro de 2025, traz à tona a desaprovação de 54% dos eleitores em relação à indicação de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, como candidato à presidência em 2026. Este dado se torna especialmente relevante em um momento em que o país se prepara para as eleições e as expectativas em torno dos candidatos começam a se delinear.
A percepção do eleitorado sobre a escolha
O levantamento revelou que apenas 36% dos entrevistados acreditam que a escolha de Flávio Bolsonaro foi acertada, enquanto 10% não souberam ou não quiseram opinar. A insatisfação é palpável, especialmente considerando que, entre os que desaprovam a decisão, muitos sugerem alternativas. As respostas apontaram a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como os favoritos para substituir Flávio, com 19% e 16% das menções, respectivamente.
Outros nomes, como Ratinho Junior, Eduardo Bolsonaro, e Ronaldo Caiado, foram citados, mas com porcentagens significativamente menores, revelando que há uma expectativa por novas lideranças na sombra da influência política de Jair Bolsonaro.
O impacto nas intenções de voto
Com Flávio Bolsonaro como pré-candidato, a pesquisa também analisou as intenções de voto em um possível segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva. Os dados mostram que Lula lidera com 46% das intenções, enquanto Flávio aparece com 36%. Isso indica uma tendência de apoio a Lula, que pode representar um desafio significativo para Flávio na disputa presidencial.
Considerações finais sobre a pesquisa
O estudo da Quaest, que entrevistou 2.004 eleitores em 120 municípios, oferece uma visão clara da insatisfação do eleitorado e das preferências emergentes. O que se observa é um cenário onde a aprovação da indicação de Flávio Bolsonaro é questionada, e novas figuras estão sendo consideradas para a liderança do país. Com uma margem de erro de 2% e um nível de confiança de 95%, a pesquisa destaca a necessidade de atenção às demandas e percepções dos eleitores à medida que se aproxima o período eleitoral.





