Expectativa de crescimento fiscal e gestão das despesas públicas.

Relator do PLOA de 2026 prevê superávit de R$ 34,5 bilhões, alinhado à meta fiscal do governo.
Expectativas para o Orçamento da União em 2026
O superávit projetado de R$ 34,5 bilhões para o orçamento da União de 2026, conforme anunciado pelo relator Isnaldo Bulhões, representa um importante passo na gestão fiscal do país. A proposta, que será avaliada pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), reflete o compromisso do governo em manter uma política fiscal equilibrada, especialmente considerando o contexto econômico atual.
Contexto do superávit fiscal
O superávit fiscal estimado equivale a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) e se alinha com as metas desejadas pela equipe econômica da administração de Luiz Inácio Lula da Silva. A aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) no início de dezembro permitiu ao governo adotar uma abordagem mais flexível, focando no piso da meta fiscal e evitando cortes drásticos nos investimentos públicos.
Detalhes do orçamento
O orçamento total para 2026 é estipulado em R$ 6,5 trilhões, sendo que R$ 1,8 trilhão se destina ao refinanciamento da dívida pública. Isso resulta em um orçamento líquido de R$ 4,7 trilhões, que inclui R$ 197,9 bilhões para investimentos e R$ 4,521 trilhões para as despesas fiscais e de seguridade social. O relator também indicou um total de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares, o que reflete a influência dos legisladores na alocação dos recursos.
Emendas e investimentos
Dentro das emendas fixadas, R$ 49,9 bilhões estão alocados para 7.180 emendas individuais e coletivas apresentadas pelos parlamentares, incluindo uma significativa quantidade de emendas individuais de deputados e senadores. Além disso, R$ 11,1 bilhões estão destinados a despesas discricionárias e a novos projetos do Projeto de Aceleração ao Crescimento (PAC).
Com essa estrutura orçamentária, o governo busca não apenas manter a estabilidade fiscal, mas também garantir que áreas essenciais recebam os investimentos necessários para promover o crescimento econômico e social do país. A votação do orçamento pela CMO e posteriormente no plenário do Congresso será crucial para definir os próximos passos da política fiscal brasileira.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Igo Estrela / Metrópoles





