Viúva de Carlos Cerasomma aponta despreparo da equipe de emergência.

A morte de Carlos Cerasomma, durante uma competição de comer melancia em um resort, levanta questões sobre a segurança e preparo da equipe do local.
A tragédia no resort
A morte de um hóspede em um resort de São Paulo levanta preocupações sérias sobre a segurança em atividades recreativas. Carlos Cerasomma, de 37 anos, faleceu após engasgar durante uma competição de comer melancia no São Pedro Thermas. Sua viúva, Kimberly dos Santos, não poupou críticas à administração do resort, acusando-a de negligência no atendimento ao marido.
O evento que resultou na tragédia
No dia 11 de dezembro de 2025, durante uma competição que prometia diversão, Carlos decidiu participar de uma disputa em que os participantes deviam comer melancia rapidamente, utilizando apenas a boca. Infelizmente, logo no início da atividade, ele se engasgou, e as tentativas de socorro foram rapidamente frustradas. Kimberly tentou ajudar, mas foi afastada por outros hóspedes, enquanto a equipe do resort não demonstrou preparo para lidar com a situação.
A resposta do resort
Embora o resort tenha afirmado que todos os primeiros-socorros foram prestados de acordo com os protocolos, Kimberly descreveu um cenário caótico, afirmando que um funcionário disse não haver desfibrilador disponível. O tempo de resposta dos bombeiros, cerca de 30 minutos, foi outro ponto crítico que a viúva destacou, insinuando que essa demora contribuiu para a morte do marido.
Negligência ou mal súbito?
A administração do São Pedro Thermas defende que Carlos sofreu um mal súbito e que todos os procedimentos de emergência foram acionados imediatamente. No entanto, a certidão de óbito indica que a causa da morte foi asfixia mecânica por sufocação direta, levantando dúvidas sobre a interpretação do resort em relação ao ocorrido. A Secretaria de Segurança Pública registrou o caso como um engasgo, o que contrasta com a narrativa do resort.
O impacto na família
Kimberly, que estava acompanhada de seus dois filhos pequenos e outros familiares, declarou que não estava esperando a morte de Carlos. A dor da perda é intensificada pela responsabilidade financeira que ele carregava como provedor da família. A viúva anunciou a intenção de processar o resort, buscando justiça e mudanças para que outros hóspedes não passem pela mesma situação.
Conclusão: Um chamado à responsabilidade
Este trágico incidente destaca a importância de protocolos de segurança e a necessidade de uma equipe bem treinada em qualquer estabelecimento que promova atividades recreativas. A falta de preparo não apenas custou uma vida, mas deixou uma família devastada. A expectativa é que a questão não apenas seja resolvida judicialmente, mas que leve a uma reflexão sobre as práticas de segurança em resorts e atividades recreativas no Brasil.
Fonte: noticias.uol.com.br
Fonte: Vendedor Carlos Cerasomma estava no resort São Pedro Thermas com a esposa, Kimberly, a filha de quatro meses, a sogra e uma sobrinha




