Queda significativa na taxa de pobreza sob a presidência de Javier Milei.
A pobreza na Argentina caiu para 27,5% no 3º trimestre de 2025, um recuo notável em relação ao ano anterior.
A queda da pobreza na Argentina e seus impactos
A pobreza na Argentina atingiu 27,5% no 3º trimestre de 2025, revelando uma redução significativa em comparação ao ano anterior, quando a taxa era de 38,3%. Essa diminuição de 10,8 pontos percentuais foi anunciada pelo Conselho Nacional de Coordenação de Políticas Sociais, que utiliza dados do Indec, o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos da Argentina.
Contexto econômico sob Javier Milei
O governo atual, sob a liderança de Javier Milei, que tomou posse em 10 de dezembro de 2023, tem se empenhado em implementar políticas que visam reduzir a pobreza e a indigência no país. A taxa de pobreza atingiu seu pico no 1º trimestre de 2024, com alarmantes 54,8%, o que ressalta a gravidade da situação que o novo governo herdou. A queda atual é vista como um sinal positivo, mas ainda reflete os desafios persistentes enfrentados pela população argentina.
Detalhes das estatísticas
Além da queda na taxa de pobreza, o governo informou que a taxa de indigentes, que são aqueles que não conseguem arcar com uma cesta básica mínima, caiu para 5,4% no 3º trimestre de 2025. Essa redução de 3,8 pontos percentuais em relação ao ano anterior também é um indicador de melhoria nas condições de vida da população. O pico da indigência foi registrado no 1º trimestre de 2024, com 20,2%.
Expectativas futuras
As projeções feitas pelo governo e pelo Indec indicam que a próxima divulgação oficial sobre a pobreza ocorrerá em março de 2026, referente ao 2º semestre de 2025. Os dados atuais, se confirmados, colocarão a taxa de pobreza do 3º trimestre de 2025 como a menor desde a posse de Milei. No entanto, o cenário econômico continua desafiador, e o governo deverá manter esforços para garantir que essa tendência de queda se sustente ao longo do tempo.





