Mário Jorge Soares Gentil é acusado de envolvimento na morte de Silmar Braga.

Mário Gentil, suplente de vereador, é preso por suspeita de envolvimento na morte do vereador Silmar Braga em Magé.
A tragédia em Magé
O assassinato do vereador Silmar Braga, ocorrido em 20 de janeiro de 2025, chocou a cidade de Magé, na Baixada Fluminense. Braga foi surpreendido por disparos enquanto estava na porta de sua casa ao lado de uma de suas filhas, um ato brutal que gerou indignação na comunidade local e decretou luto oficial por parte da prefeitura.
Um suplente em situações difíceis
Mário Jorge Soares Gentil, conhecido como Mário Gentil, é um nome que começou a ser associado a esse crime uma vez que a Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou uma investigação detalhada. Gentil, que exercia o cargo de suplente de vereador, foi localizado em sua residência em Duque de Caxias e preso sob a acusação de ter participado diretamente do homicídio.
O desdobramento das investigações
As investigações, que se intensificaram após a morte de Braga, foram guiadas por informações de inteligência e monitoramento realizados pela Polícia Civil. A prisão de Gentil é temporária, e a corporação afirmou que continuará buscando outros possíveis envolvidos e finalizando as provas técnicas necessárias para o caso.
A repercussão na comunidade
O assassinato do vereador Silmar Braga, de 51 anos, não só abalou sua família, mas também deixou um sentimento de insegurança entre os moradores de Magé. Braga era um político ativo, cumprindo seu quarto mandato consecutivo e havia sido eleito com 2.425 votos nas eleições de 2024. A sua morte não apenas retirou um líder comunitário, mas também levantou questões sobre a segurança de representantes públicos na região.
A prisão de Mário Gentil é um passo importante nas investigações, mas a comunidade continua em busca de respostas e justiça para a trágica perda de seu vereador.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Reprodução / PCERJ





