Prisão do irmão da costureira Cintia revela crime brutal

Suspeito é acusado de mandar matar testemunha em Apucarana.

Prisão do irmão da costureira Cintia revela crime brutal
Delegado da 17ª SDP, Dr. Ricardo Monteiro, durante coletiva. Foto:

Irmão da costureira Cintia foi preso em Apucarana por ser suspeito de mandar matar testemunha relacionada ao seu desaparecimento.

Contexto do crime

A recente prisão do irmão da costureira Cintia, em Apucarana, traz à tona uma série de eventos perturbadores que cercam o desaparecimento da costureira e o assassinato de Dominique Silva. O homem, com um histórico criminal notável, é acusado de ser o mandante do homicídio de Dominique, que foi executado em uma boate local. Segundo as autoridades, a motivação para o crime estaria atrelada a uma suposta vingança, uma tentativa desesperada de resolver a situação de sua irmã, desaparecida desde março de 2025.

Detalhes da prisão

O suspeito foi capturado por agentes da polícia enquanto dirigia um veículo Chevrolet Vectra. Classificado como uma pessoa de “altíssima periculosidade”, ele possui um extenso histórico criminal, incluindo homicídios e tráfico de drogas. A abordagem policial ocorreu após investigações que o ligaram diretamente ao assassinato de Dominique, considerado uma testemunha chave no inquérito sobre o desaparecimento de Cintia. O crime foi descrito como particularmente violento, com Dominique sendo perseguido e alvejado pelas costas, antes de receber um tiro fatal na nuca.

Reações da polícia

O delegado Ricardo Monteiro enfatizou a seriedade da situação, afirmando que a polícia não tolerará ações de pessoas que tentam fazer justiça com as próprias mãos. O irmão de Cintia havia ameaçado iniciar uma onda de homicídios caso não houvesse uma resposta satisfatória das autoridades sobre o desaparecimento de sua irmã, o que levanta preocupações sobre a escalada da violência na região. A polícia continua as investigações, buscando não apenas esclarecer o desaparecimento de Cintia, mas também prender os executores do homicídio de Dominique.

Conclusão e próximos passos

As investigações permanecem ativas, com a polícia encorajando a população a fornecer informações que possam auxiliar na resolução dos casos. As denúncias podem ser feitas anonimamente, o que é fundamental para garantir a segurança de quem deseja colaborar com as autoridades. O caso evidencia não apenas a complexidade do crime organizado na região, mas também a dor e o desespero de famílias que buscam respostas em meio à tragédia.

Fonte: tnonline.uol.com.br