Dentista de Amparo é assassinado em motel e corpo é queimado

Caso chocante revela detalhes sobre o crime e o autor.

Dentista de Amparo é encontrado carbonizado após ser assassinado em motel. Suspeito foi preso em São Paulo.

O caso do dentista de Amparo, Marcelo Bacci Coimbra, de 64 anos, tomou proporções alarmantes ao ser revelado que ele foi assassinado em um motel em Hortolândia (SP) e seu corpo foi encontrado carbonizado em Sumaré. A Polícia Civil está investigando o crime, que ocorreu em um contexto que ainda levanta muitas perguntas sobre a motivação e os detalhes que cercam o assassinato.

O crime em detalhes

As investigações apontam que o dentista esteve desaparecido desde o dia 7 de dezembro, e seu corpo foi encontrado seis dias depois. O delegado Luiz Fernando Dias de Oliveira, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, afirmou que a polícia conseguiu mapear as últimas horas de vida da vítima, o que levou à identificação do suspeito, Nelson Henrique, de 30 anos. O contato inicial entre eles aconteceu em uma sauna em Campinas, onde ambos estiveram antes de se dirigirem ao motel.

Por volta das 22h do dia 7 de dezembro, eles foram para o motel em Hortolândia, onde, segundo a investigação, o dentista foi assassinado. Após o crime, o suspeito teria levado o corpo e ateado fogo no veículo da vítima, um Volkswagen Nivus, que foi encontrado incendiado em Sumaré. O corpo de Coimbra foi localizado em uma área próxima, e a identificação foi realizada por meio da arcada dentária, evidenciando a gravidade do crime.

Captura do suspeito

O suspeito foi preso no domingo (21) em São Paulo, após a polícia colher provas suficientes para sua detenção. Um vídeo crucial foi obtido, mostrando o momento em que Nelson ateia fogo no carro do dentista. Apesar de inicialmente considerar a hipótese de latrocínio, a polícia descartou essa possibilidade, uma vez que nenhum pertence da vítima foi roubado. Isso levanta questões sobre a motivação real por trás do crime, que ainda não foi esclarecida.

Testemunhas e novas evidências

A investigação também revelou que uma testemunha, que recebeu um PIX de R$ 200 feito pelo dentista no dia do assassinato, não esteve envolvida no crime, mas ajudou a polícia a traçar a linha do tempo dos eventos. O pagamento foi realizado por volta das 17h, antes do dentista se dirigir à sauna e, posteriormente, ao motel.

A sequência de eventos, desde o desaparecimento até a descoberta do corpo, mostra a complexidade do caso e a necessidade de um exame mais aprofundado para entender os motivos que levaram ao assassinato de Marcelo Bacci Coimbra. O caso continua em andamento, e novas informações podem surgir à medida que as investigações se desenrolam.