Tragédia ocorreu durante manutenção na Usina PCH Furquim

O mergulhador Anderson Pereira Gontijo morreu durante manutenção em uma hidrelétrica em Mariana. O caso gera preocupação sobre segurança em atividades subaquáticas.
Tragédia em Mariana
A morte do mergulhador Anderson Pereira Gontijo durante uma atividade de manutenção na Usina PCH Furquim, em Mariana, Minas Gerais, chocou a comunidade local e levantou preocupações sobre a segurança nas operações subaquáticas. O incidente ocorreu na tarde de 23 de dezembro de 2025, quando o mergulhador estava realizando um trabalho de desobstrução da comporta de fundo da hidrelétrica.
Circunstâncias do acidente
De acordo com informações preliminares, Gontijo havia relatado ao seu supervisor que a situação no local estava dentro da normalidade. No entanto, momentos depois, um barulho alto foi ouvido e bolhas começaram a aparecer na superfície da água, sinalizando que algo estava errado. Desde então, o contato com o mergulhador foi perdido, levando à mobilização imediata do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.
Nove militares do Corpo de Bombeiros participaram das buscas, que se estenderam até a tarde do dia 24, quando o corpo foi finalmente localizado. A Polícia Militar registrou o caso como um acidente de mergulho com óbito presumido.
Reação da empresa responsável
O Grupo NEC, responsável pela PCH Furquim, expressou seu profundo pesar pela tragédia e afirmou que está colaborando com as investigações. Em nota, a empresa destacou que o incidente ocorreu durante uma atividade regular e que todas as medidas de emergência foram seguidas. Além disso, a empresa manifestou sua solidariedade à família de Gontijo, oferecendo suporte nesse momento difícil.
Considerações sobre segurança
Este trágico acidente ressalta a necessidade de uma avaliação cuidadosa das práticas de segurança em atividades subaquáticas. Especialistas em segurança do trabalho e mergulho alertam que acidentes como este podem ser evitados com treinamentos adequados e protocolos de segurança mais rigorosos. A situação em Mariana serve como um alerta para a indústria e para os reguladores, que devem garantir que operações semelhantes sejam conduzidas com o máximo de segurança possível.
A comunidade de Mariana, abalada pela perda, aguarda respostas sobre as causas do acidente e espera que lições sejam aprendidas para evitar futuras tragédias.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br





