Presidente pede ação imediata após caso de violência ser exposto.
Lula exige demissão de servidor da CGU após agressões a ex-companheira e filho.
Consequências da agressão
O caso de violência doméstica envolvendo David Cosac Junior, servidor da Controladoria-Geral da União (CGU), trouxe à tona a necessidade de uma resposta firme do governo diante de atos de agressão. Flagrado por câmeras de segurança, Cosac foi visto agredindo sua ex-companheira e o filho dela, o que gerou indignação e demandas por ação imediata.
A posição do governo
Em um pronunciamento contundente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não hesitou em caracterizar a agressão como “inadmissível”. Ele pediu a abertura de um processo administrativo disciplinar e determinou a demissão do servidor. Lula enfatizou que servidores públicos devem ser exemplos de conduta tanto dentro quanto fora do trabalho, reafirmando seu comprometimento com a luta contra a violência de gênero.
Detalhes do incidente
O incidente ocorreu em frente ao elevador do prédio onde Cosac e sua ex-companheira residiam. As imagens mostram a mulher tentando proteger o filho enquanto sofre as agressões. A Justiça do Distrito Federal já concedeu uma medida protetiva para o menino, que foi avaliado pelo Instituto Médico-Legal, que confirmou as agressões.
Respostas e providências
A CGU, sob a liderança do ministro Vinícius Marques de Carvalho, adotou medidas imediatas, afastando Cosac de sua posição de chefia e proibindo sua entrada nas dependências do órgão. O ministro destacou a gravidade da situação, afirmando que as ações do servidor violaram claramente os deveres funcionais previstos na legislação.
O futuro do caso
Atualmente, uma investigação criminal está em andamento, e a defesa de Cosac Junior ainda não se manifestou, uma vez que ele não possui advogado até o momento. O caso continua a atrair atenção pública e é visto como um teste para a postura do governo em relação à violência doméstica e à proteção de vítimas.





