Praias impróprias para banho no Rio de Janeiro em dezembro de 2025

Análise atualizada sobre a qualidade das águas das praias cariocas.

Praias impróprias para banho no Rio de Janeiro em dezembro de 2025
Praias do Rio de Janeiro: análise mostra trechos impróprios para banho. Foto: Rafael Catarcione / Riotour

Boletim do Inea revela 22 trechos de praias impróprias para banho no Rio de Janeiro.

A qualidade das águas das praias do Rio de Janeiro tem gerado preocupação entre os moradores e turistas. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) divulgou um boletim que aponta 22 trechos de praias impróprias para banho em dezembro de 2025. Essa situação é um alerta constante para a saúde pública, principalmente em um dos destinos turísticos mais visitados do Brasil.

Situação das praias cariocas

Na zona Sul, as praias afetadas incluem Botafogo, Glória e Flamengo, especificamente na área da foz do rio Carioca. A Ilha do Governador é outra região com problemas, onde apenas a praia da Ribeira foi considerada aceitável para o banho. Os outros 10 trechos da ilha estão impróprios, incluindo locais como Galeão e São Bento.

Além disso, na Ilha de Paquetá, três praias — Ribeira, Coqueiros e José Bonifácio — também não são recomendadas para os banhistas. Em Sepetiba, um trecho da praia principal e outras duas, chamadas Recôncavo e Cardo, foram igualmente consideradas impróprias. No entanto, outras áreas da praia de Sepetiba permanecem liberadas para o uso.

Importância da conscientização

O Inea enfatiza a importância de evitar o banho de mar nas 24 horas seguintes a chuvas, além de não se aproximar das saídas de galerias de águas pluviais ou canais de drenagem. Essas recomendações são vitais para prevenir problemas de saúde, como infecções e doenças transmitidas pela água contaminada.

A situação das praias do Rio é um reflexo da necessidade de um monitoramento constante e de ações eficazes para garantir a qualidade da água. Com o aumento do turismo na cidade, a preservação desses espaços se torna ainda mais fundamental, não apenas para a saúde dos banhistas, mas para a conservação ambiental e a imagem da cidade como um todo.

Assim, a população e os visitantes devem permanecer atentos às informações divulgadas pelo Inea e tomar decisões informadas sobre onde e quando aproveitar as praias cariocas.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

Fonte: Rafael Catarcione / Riotour