Criança é internada em estado grave após ataque de cão.

Uma menina de 3 anos foi atacada por um pitbull em Piraquara e internada em estado grave, mas sem risco de morte.
Uma situação alarmante se desenrolou em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, quando uma menina de apenas 3 anos foi atacada por um pitbull nesta quinta-feira (25). O ataque, que ocorreu na casa de uma vizinha, resultou em ferimentos graves, mas felizmente a criança não corre risco de morte, segundo informações médicas do Hospital do Trabalhador, onde ela está internada.
O ataque e seus desdobramentos
Conforme relatado pela mãe da menina, o ataque aconteceu quando a criança, aparentemente sem supervisão, entrou no quintal da residência. O pitbull avançou, mordendo a criança principalmente na região da cabeça e causando o arrancamento parcial do couro cabeludo, que se estendia da testa até a nuca. O desespero tomou conta do local, e um morador da casa, ao ouvir os gritos da criança, interveio para afastar o animal. Infelizmente, durante a ação, ele também foi atacado, sofrendo ferimentos no braço.
Assistência médica e estado de saúde
A menina foi inicialmente levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Piraquara, mas devido à gravidade das lesões, ela foi rapidamente transferida para o Hospital do Trabalhador por uma ambulância do SAMU. Assim que chegou, foi encaminhada imediatamente para o centro cirúrgico e agora se encontra sob cuidados intensivos. O homem que ajudou no resgate também recebeu atendimento na mesma unidade, levando pontos no braço ferido, mas já recebeu alta após os cuidados necessários.
Conclusão sobre a segurança animal
Este incidente levanta um importante debate sobre a segurança em relação a cães potencialmente perigosos e a responsabilidade dos proprietários. É essencial que medidas sejam tomadas para prevenir acidentes desta natureza, especialmente envolvendo crianças, que são mais vulneráveis. O caso é um lembrete da importância de supervisionar crianças e garantir que áreas onde há animais potencialmente agressivos sejam seguras e adequadas para a presença de pequenos.
Fonte: tnonline.uol.com.br





