Jovem que ficou perdido por cinco dias no pico paraná tem alta hospitalar

Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, superou os desafios da mata e agora planeja retomar rotina normal

Jovem que ficou perdido por cinco dias no pico paraná tem alta hospitalar
Roberto Farias Tomaz deixa hospital após período de internação. Foto: Ric RECORD/Redes sociais

Jovem que ficou cinco dias perdido no Parque Estadual Pico Paraná recebeu alta hospitalar após exames descartarem infecções.

Roberto Farias Tomaz, um jovem de 19 anos, recebeu alta hospitalar na tarde de terça-feira, 6 de janeiro, após enfrentar uma experiência extrema: ficar cinco dias perdido no Parque Estadual Pico Paraná, localizado em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba. Durante esse período, ele sobreviveu consumindo água das cachoeiras e conseguiu sair da mata sozinho, buscando auxílio em uma fazenda próxima à usina hidrelétrica Cacatu.

Sobrevivência e resgate

Após deixar a mata, Roberto foi admitido em uma unidade hospitalar de Antonina, onde permaneceu internado desde 5 de janeiro. A equipe médica realizou uma série de exames para avaliar sua condição, especialmente para descartar possíveis infecções ou contaminações decorrentes da alimentação e da água consumidas durante o isolamento. Os resultados foram normais, indicando que o jovem não sofreu complicações graves.

Retorno à rotina e planos futuros

Agora recuperado e fora de risco, Roberto planeja retomar suas atividades normais. Entre os desejos mencionados após o período de privação estão os prazeres simples da vida cotidiana, como comer churrasco, coxinha e beber Coca-Cola, reforçando a resiliência e o apreço pela normalidade após uma situação tão desafiadora.

A importância do caso

Este episódio evidencia a força de vontade e capacidade de sobrevivência humanas diante de situações adversas na natureza. Além disso, ressalta a importância de resgates rápidos e assistência médica adequada para minimizar consequências físicas e psicológicas. O caso de Roberto inspira cuidados e preparação para atividades em ambientes naturais, além da valorização do suporte público e comunitário em situações de emergência.

Fonte: ric.com.br

Fonte: Ric RECORD/Redes sociais