Ofensiva russa causa destruição e clama por novas sanções internacionais

Ataque russo em Kiev deixa 14 mortos e 38 feridos, incluindo crianças, e provoca apelos por novas sanções.
Ataque da Rússia em Kiev
Na noite de 27 de agosto de 2025, a capital da Ucrânia, Kiev, foi alvo de um ataque em larga escala por parte da Rússia, que utilizou drones e mísseis. O ataque resultou em 14 mortes, incluindo 3 crianças, e ferimentos em 38 pessoas, conforme informado por autoridades ucranianas. Explosões e incêndios devastaram prédios em diversos distritos da cidade, afetando áreas residenciais e comerciais, dentre elas a delegação da União Europeia na Ucrânia.
Reações e condenações de líderes ucranianos e europeus
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou sua indignação e condenou os ataques, ressaltando que eles demonstram a resposta russa à diplomacia. Ele afirmou que os esforços do presidente dos EUA, Donald Trump, para encerrar a guerra não foram correspondidos por Moscou, que optou por intensificar os ataques. Zelensky pediu que o mundo respondesse com firmeza, enfatizando a necessidade de novas sanções contra a Rússia.
“Os russos não estão optando pelo fim da guerra, apenas por novos ataques. É crucial, agora, que o mundo responda com firmeza. A Rússia precisa pôr fim a esta guerra que começou e continua”, disse o presidente, alertando que apenas a pressão e a força poderiam levar a mudanças na postura russa.
Líderes europeus manifestaram apoio à posição de Zelensky. António Costa, presidente do Conselho Europeu, compartilhou uma imagem do escritório da delegação da UE, destruído durante os ataques, e afirmou que a UE não se deixará intimidar. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, garantiu que os funcionários da delegação estão seguros e exigiu que a Rússia cesse os ataques indiscriminados. Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, também se pronunciou, destacando que o ataque à delegação representa uma agressão sem sentido.
O impacto do ataque em Kiev e nas relações internacionais
As consequências desse ataque em Kiev são profundas, não apenas para a Ucrânia, mas também para as relações internacionais. O alerta aéreo durou mais de 9 horas, enquanto drones sobrevoavam a cidade, criando um clima de terror e insegurança. A Força Aérea Ucraniana relatou ter derrubado a maioria dos drones e mísseis lançados, mas a intensidade dos ataques tem aumentado nos últimos meses, atingindo áreas distantes da linha de frente da guerra.
“Ataques combinados, de diferentes direções. E sistemáticos, visando prédios residenciais comuns”, afirmaram as autoridades ucranianas, que continuam a enfrentar o desafio de proteger suas cidades e civis.
O que acompanhar a partir de agora
A partir deste ataque, a pressão sobre os líderes mundiais para intensificar as sanções contra a Rússia deve aumentar. O apoio contínuo à Ucrânia por parte da comunidade internacional é crucial, pois os líderes europeus prometem fortalecer o apoio ao país. O foco agora recai sobre as reações internacionais e se medidas mais rigorosas serão implementadas em resposta à escalada da violência.
A situação continua em evolução, e os próximos dias serão determinantes para a resposta global à agressão russa, enquanto a Ucrânia busca restaurar sua segurança e integridade territorial.