Eduardo Bolsonaro enfrenta processo por ausências não justificadas enquanto escrivão na Polícia Federal no Rio de Janeiro

A Polícia Federal abriu um processo administrativo contra Eduardo Bolsonaro por faltas não justificadas no cargo de escrivão.
Processo administrativo da Polícia Federal contra Eduardo Bolsonaro por faltas injustificadas
A Polícia Federal abriu um processo administrativo contra Eduardo Bolsonaro no Rio de Janeiro, em 27 de janeiro de 2026, para apurar suas faltas injustificadas superiores a 30 dias consecutivos. A ação acontece após a cassação do mandato de deputado federal do ex-parlamentar em 18 de dezembro de 2025. Eduardo ocupa o cargo de escrivão na PF em Angra dos Reis e recebeu determinação para retornar imediatamente às suas funções.
Implicações do processo para Eduardo Bolsonaro na carreira policial
O cargo de escrivão, exercido por Eduardo Bolsonaro, oferece salário inicial de R$ 14.164,81, com possibilidade de progressão até R$ 21.987,38. A ausência prolongada sem justificativa pode levar à perda do emprego e a outras sanções administrativas. A Corregedoria da PF contabiliza as faltas desde 19 de dezembro de 2025 e as classifica como injustificadas, o que fundamenta o processo disciplinar.
Resistência de Eduardo Bolsonaro e suas justificativas para não retornar
Apesar da ordem oficial, Eduardo Bolsonaro declarou publicamente que não pretende cumprir a determinação de retorno ao cargo na Polícia Federal. Em vídeo divulgado nas redes sociais, afirmou que não abriria mão de sua honra para se submeter a “caprichos” e “perseguição” que alega sofrer do Supremo Tribunal Federal. Ele também mencionou que teme perder benefícios como aposentadoria, porte e pistola funcional.
Histórico disciplinar e outros processos administrativos ligados a Eduardo Bolsonaro
Além do processo por faltas para o qual foi instaurado o PAD sumário, Eduardo Bolsonaro responde a outro processo administrativo na PF relacionado a condutas durante sua atuação nos Estados Unidos. Ele é acusado de improbidade, insubordinação grave e transgressões que comprometem o decoro da função policial, conforme o artigo 132 da Lei nº 8.112/90.
Contexto político e repercussão da situação funcional de Eduardo Bolsonaro
A situação funcional de Eduardo Bolsonaro na Polícia Federal ocorre em um contexto político tenso, marcado pela cassação de seu mandato parlamentar e sua saída do Brasil para os Estados Unidos, onde se autodenomina “autoexilado”. A exigência de retorno pela Polícia Federal, reforçada por decreto publicado no Diário Oficial da União em 2 de janeiro de 2026, visa regularizar sua situação administrativa, mas enfrenta resistência por parte do ex-deputado, que critica a normalidade democrática do país e as instituições envolvidas.
A investigação administrativa contra Eduardo Bolsonaro destaca as tensões entre sua condição funcional na PF e seu posicionamento político, apontando para possíveis consequências legais e funcionais no curto prazo.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: m colorida do Eduardo Bolsonaro





