Pesquisa Real Time Big Data revela que 49% dos eleitores conhecedores rejeitam voto em Flávio Bolsonaro, enquanto Lula tem 48% de rejeição
Levantamento indica que rejeição de Flávio Bolsonaro alcança 49%, seguido por Lula com 48%, entre eleitores que os conhecem.
Rejeição de Flávio Bolsonaro lidera a corrida presidencial em fevereiro de 2026
A rejeição de Flávio Bolsonaro é o destaque da pesquisa Real Time Big Data realizada nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2026. Entre os eleitores que conhecem o senador e pré-candidato ao Planalto, 49% afirmam que não votariam nele. Luiz Inácio Lula da Silva aparece logo atrás, com 48% de rejeição. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores em todo o país, revela o cenário de desgaste para ambos os candidatos e reflete o desafio que enfrentam na consolidação de apoio popular.
Intenção de voto e conhecimento dos pré-candidatos na pesquisa Real Time Big Data
A pesquisa mostra que Lula mantém a maior taxa de intenções de voto consolidadas, com 33%, e apenas 2% dos entrevistados afirmaram não conhecê-lo o suficiente para opinar. Flávio Bolsonaro possui 18% de voto consolidado, mas 13% dizem não conhecê-lo o suficiente, indicando espaço para crescimento ou volatilidade em sua base eleitoral. Outros nomes do PSD, como Ratinho Jr., Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, apresentam baixas intenções de voto definidas, entre 2% e 5%, mas têm potencial expressivo pelo índice de eleitores que afirmam que podem votar neles, variando entre 32% e 38%.
Impacto da rejeição no cenário político e eleitoral do Brasil em 2026
A rejeição de pré-candidatos é um indicador relevante para compreender a dinâmica eleitoral e os desafios futuros da campanha. Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, enfrenta a maior rejeição, o que pode limitar sua capacidade de ampliar a base de apoio. A rejeição elevada de Lula, por sua vez, revela a polarização política vigente, em que parte considerável dos eleitores já decidiu não votar no atual presidente. A existência de um percentual considerável de eleitores que conhecem e ainda não definiram voto abre espaço para estratégias de campanha focadas em diminuir a rejeição e ampliar o suporte.
Metodologia da pesquisa e suas implicações na interpretação dos dados
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o território nacional, nos dias 6 e 7 de fevereiro de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%. O levantamento não apresentou cenários de segundo turno, focando apenas nas intenções e rejeições do momento. A metodologia robusta fortalece a confiabilidade dos dados, mas o cenário eleitoral pode evoluir rapidamente, especialmente considerando os índices expressivos de eleitores que ainda podem mudar seu voto.
Potenciais estratégias para os pré-candidatos diante da alta rejeição
Diante da rejeição expressiva, Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva terão que adotar estratégias específicas para reduzir a resistência entre os eleitores. Para Flávio, isso pode significar ampliar o conhecimento e melhorar a imagem junto a grupos ainda indiferentes ou críticos. Para Lula, o desafio é mitigar críticas e conquistar parte dos eleitores que ainda o rejeitam, buscando ampliar sua margem de apoio para um possível segundo turno. Candidatos do PSD, com menor rejeição, podem ganhar destaque se conseguirem consolidar o potencial de voto identificado.
A evolução desses índices será decisiva para o desenrolar das Eleições 2026, que prometem ser marcadas por alta polarização e desafios para todos os pré-candidatos.





