Fabíola de Andrade destaca amor e dedicação na rainha da Mocidade

A rainha de bateria da Mocidade Independente revela o que é essencial para representar a escola com paixão e carisma

Fabíola de Andrade, rainha da Mocidade, fala sobre paixão pelo samba, feminismo e a dedicação necessária para representar a escola no Carnaval.

A importância do amor e carisma para a rainha da Mocidade

A rainha da Mocidade Independente de Padre Miguel, Fabíola de Andrade, reforça que o sucesso na função vai muito além do samba e do gingado. No desfile da Marquês de Sapucaí em 16 de janeiro de 2026, Fabíola evidencia o peso do amor pela escola, humildade e respeito pela comunidade para assumir o posto com autenticidade. Segundo ela, “uma rainha tem que ter muito carisma, muita humildade” e deve se entregar “de corpo e alma para uma escola inteira”. Essa dedicação reflete o compromisso com a tradição do Carnaval carioca.

Fabíola de Andrade e a conexão com Rita Lee no Carnaval de 2026

Neste Carnaval, a Mocidade escolheu homenagear Rita Lee, uma figura icônica do feminismo e da liberdade sexual, que faleceu em 2023. Fabíola encarna Afrodite, a deusa do amor, como símbolo dessa mulher sensual e empoderada. A escolha do enredo destaca a valorização da mulher independente e sua luta por liberdade, reforçando a mensagem de força e consciência feminina na folia.

Desafios de conciliar vida pessoal e o papel de rainha de bateria

Além do papel na passarela, Fabíola, que é casada com Rogério de Andrade e mãe de dois filhos, também administra sua carreira como influenciadora digital com mais de 78 mil seguidores no Instagram. Sua trajetória começou no Rio de Janeiro após deixar a cidade natal, Alvorada, no Rio Grande do Sul, em busca de novas oportunidades. A vida multifacetada exige disciplina e foco para manter a excelência como rainha e atender às demandas pessoais e profissionais.

A responsabilidade de conduzir a bateria e representar a escola

Conduzir a bateria é uma tarefa que exige naturalidade, disciplina e entrega total, segundo Fabíola. A rainha deve estar preparada para representar o samba com paixão e comando, transmitindo energia para a comunidade e o público. Essa responsabilidade é vista como uma extensão do amor pela escola que ela da Mocidade Independente demonstra constantemente.

A influência do feminismo na imagem da rainha de bateria

Ao evocar o feminismo de Rita Lee, Fabíola de Andrade reforça a importância da representatividade feminina no Carnaval. Sua fantasia de Afrodite simboliza a sensualidade e a liberdade sexual, pilares da luta pela emancipação da mulher. Essa conexão fortalece a imagem da rainha como um ícone que vai além do visual, trazendo significado social e cultural para o papel dentro da comunidade do samba.