Menina não resistiu após ser atingida enquanto mãe dava ré na garagem

Em Londrina, criança de 2 anos morre após ser atropelada pela mãe na garagem de casa. Socorro foi imediato, mas menina não resistiu aos ferimentos graves.
Uma tragédia marcou a manhã da última quarta-feira (21) em Londrina, no Norte do Paraná, quando uma criança de 2 anos foi atropelada pela própria mãe na garagem de sua casa. O acidente ocorreu em um condomínio residencial na zona oeste da cidade, e a menina, infelizmente, não resistiu aos ferimentos.
Detalhes do acidente
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a mãe da criança estava dando ré com o carro na garagem quando não avistou a menina que estava atrás do veículo. Ao atropelá-la acidentalmente, a situação tornou-se grave rapidamente.
Atendimento de emergência
Imediatamente após o acidente, o socorro foi acionado. Devido à gravidade dos ferimentos, a equipe avançada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com médico foi deslocada para o local para prestar atendimento especializado.
Internação e evolução do quadro
A criança foi levada às pressas para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário de Londrina. No estacionamento do hospital, a menina sofreu uma parada cardíaca, foi reanimada e intubada, mas infelizmente não resistiu aos politraumatismos causados pelo atropelamento.
Reflexões sobre segurança doméstica
Acidentes envolvendo crianças em ambientes domésticos, especialmente com veículos, reforçam a necessidade de cuidados redobrados. Mesmo em locais considerados seguros, como o próprio lar, situações de distração podem levar a consequências trágicas.
Impacto na comunidade
O caso comoveu moradores do condomínio e a comunidade local, destacando a importância da conscientização e prevenção para evitar que tragédias similares aconteçam. As autoridades e órgãos de segurança reforçam orientações para que pais e responsáveis adotem medidas que diminuam riscos para crianças pequenas.
Esta ocorrência lamentável serve como alerta sobre os perigos que podem existir nos espaços cotidianos e a necessidade de uma vigilância constante ao redor das crianças.
Fonte: ric.com.br
Fonte: Divulgação/UEL





