Quebra na produção brasileira e perdas na Europa pressionam ofertas globais nas bolsas internacionais

Quebra na produção no Brasil, perdas na Europa e preocupações com o clima na Índia impulsionam as cotações nas bolsas internacionais
O açúcar fecha a semana em forte alta e atinge máximas de até 11 meses nas bolsas internacionais. Quebra na produção no Brasil, perdas na Europa e preocupações com o clima na Índia e os impactos do El Niño impulsionam as cotações.
A redução na oferta global do produto explica o movimento de valorização observado nos mercados internacionais. Os produtores brasileiros enfrentam perdas na safra, enquanto a Europa registra declínio na colheita de beterraba açucareira.
Na Índia, maior produtor mundial de cana-de-açúcar, as preocupações com fenômenos climáticos adversos ampliam a incerteza sobre a oferta futura. Os efeitos do El Niño reforçam essas preocupações com a produção do país asiático.
O cenário de oferta restrita mantém o suporte para os preços do açúcar nos mercados futuros, com investidores precificando a redução na quantidade disponível para exportação nos próximos meses.





