Procuradora-geral federal é vista como principal nome feminino para assumir a AGU após possível ida de Jorge Messias ao STF

Adriana Venturini surge como principal candidata para suceder Jorge Messias na AGU, destacando-se por sua experiência no STF e tempo de carreira.
Adriana Venturini lidera a disputa pela sucessão na Advocacia-Geral da União
Adriana Venturini sucessão AGU tem se consolidado como o principal nome para a chefia da Advocacia-Geral da União, especialmente após a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A procuradora-geral federal, com atuação destacada no STF e 24 anos de carreira na AGU, representa um perfil técnico e experiente que tem mobilizado apoio no governo. Fontes próximas à gestão apontam que a interlocução de Venturini junto ao Supremo e sua trajetória consolidada são diferenciais decisivos para sua candidatura.
A importância do trânsito no STF para a indicação de Venturini
A experiência de Adriana Venturini no Supremo Tribunal Federal é considerada sua credencial mais relevante. Ela participou de julgamentos de impacto, como a “revisão da vida toda”, que resultou em uma economia significativa para os cofres públicos federais. Essa capacidade de diálogo com o STF e de sucesso em disputas jurídicas estratégicas reforça sua posição entre os nomes cotados para a AGU. Esse trânsito junto aos tribunais superiores é um fator primordial para o governo na escolha do próximo procurador-geral.
Perfil e trajetória profissional de Adriana Venturini na AGU
Com 24 anos de serviço na Advocacia-Geral da União, Adriana Venturini é a servidora com maior tempo de casa entre as prováveis indicadas. Ela foi responsável pela estruturação e chefia da Procuradoria Regional Federal da 1ª Região durante oito anos, além de ter ingressado na Procuradoria-Geral Federal através do primeiro concurso público para o cargo. Sua longa carreira no órgão confere a ela um profundo conhecimento da estrutura e das demandas institucionais da AGU.
Pressões por maior representatividade feminina em cargos de alto escalão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido aconselhado a priorizar a indicação de mulheres para posições estratégicas no governo, especialmente após a escolha de mais um homem para o STF. Nesse contexto, Adriana Venturini e outras procuradoras, como Anelize Almeida, Isabela Cartaxo e Clarice Calixto, figuram nas listas de possíveis indicadas para postos relevantes. A nomeação de mulheres para chefias da Defensoria Pública da União e do INSS também faz parte desse movimento em busca de mais representatividade.
Expectativa e próximos passos para a indicação do sucessor na AGU
A definição do sucessor de Jorge Messias na Advocacia-Geral da União depende da aprovação da indicação de Messias ao Supremo pelo Senado, cuja sabatina na Comissão de Constituição e Justiça está marcada para o dia 28 de fevereiro. A partir da aprovação, o presidente deve anunciar a nomeação para a AGU, com Adriana Venturini aparecendo como forte candidata. O processo político e institucional envolverá negociações e avaliações técnicas até a decisão final.
A sucessão na AGU representa uma mudança estratégica na gestão jurídica do governo federal, com a perspectiva de fortalecer a atuação da Advocacia-Geral junto aos tribunais superiores e ampliar a participação feminina em cargos de liderança.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Geral da União (AGU), em Brasília





