Após mais de três meses internada, Juliane Vieira recebe alta no Hospital Universitário de Londrina

Juliane Vieira recebeu alta após salvar a família de um incêndio e passar mais de três meses hospitalizada com queimaduras graves.
Em 20 de janeiro de 2026, a advogada Juliane Vieira, de 29 anos, recebeu alta hospitalar no Hospital Universitário (HU) de Londrina, referência estadual no tratamento de queimaduras. Juliane estava internada desde 15 de outubro de 2025, após sofrer queimaduras em 63% do corpo durante um incêndio no apartamento de sua família, em Cascavel, no oeste do Paraná.
Ação heroica durante o incêndio
Juliane salvou a própria mãe, Sueli Vieira, e seu primo de 4 anos, arriscando a vida para resgatá-los do fogo. As graves lesões que sofreu exigiram tratamento intensivo no CTQ (Centro de Tratamento de Queimados) do HU. O caso mobilizou uma equipe multidisciplinar, dada a extensão das queimaduras.
Processo de recuperação
A recuperação da advogada foi gradual e monitorada de perto. No boletim médico da semana anterior à sua alta, Juliane já estava consciente, respirava naturalmente sem auxílio de aparelhos e havia saído do coma induzido em dezembro, retomando a comunicação com a família. O acompanhamento contínuo foi essencial para a melhora do quadro clínico.
Importância do Hospital Universitário de Londrina
O HU é referência no Paraná para o tratamento de queimaduras severas. A instituição oferece suporte especializado que envolve cirurgia, reabilitação e acompanhamento psicológico, fundamental para pacientes com queimaduras extensas. A alta de Juliane representa também a eficácia desses protocolos de tratamento.
Impacto e solidariedade
A história de Juliane Vieira ganhou repercussão por seu ato de coragem e superação. O caso evidencia os riscos enfrentados em situações de emergência doméstica e reforça a importância do atendimento especializado para vítimas de queimaduras. A família e amigos acompanham agora a continuidade da recuperação fora do hospital, onde o suporte médico e emocional ainda é necessário.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Reprodução/GMC Online





