Moradores enfrentam dificuldades e exigem soluções imediatas da Enel.

Moradores de prédio na Mooca estão sem energia elétrica há cinco dias, enfrentando graves dificuldades.
Situação Caótica na Mooca
Moradores de um edifício de 20 andares na Mooca, zona leste de São Paulo, estão enfrentando uma crise sem precedentes desde o dia 10 de dezembro. O fornecimento de energia elétrica foi interrompido após a passagem de um ciclone extratropical que atingiu a região com ventos fortes, deixando os 80 apartamentos da rua Teresina à mercê de um apagão prolongado.
Impacto na Vida Diária
A situação se agravou com a falta de água potável, internet e TV a cabo. Regiane Machado, uma das moradoras, descreveu a experiência como “um completo apagão de dignidade humana”. De acordo com relatos, os moradores perderam todos os alimentos armazenados em geladeiras e freezers, e muitos foram forçados a enfrentar as escadas, já que os elevadores estão fora de operação. Para contornar a falta de água, os residentes tiveram que alugar um gerador, incorrendo em gastos de R$ 6.000 para abastecer as bombas de água.
A Resposta da Enel
Após diversas reclamações, a Enel compareceu ao local no sábado, mas não conseguiu solucionar o problema. A energia foi restabelecida de forma parcial, afetando algumas unidades enquanto outras permanecem sem luz. A empresa informou que planeja resolver a situação até as 23h desta segunda-feira, mas a falta de comunicação e soluções efetivas tem gerado descontentamento entre os moradores.
Exigências dos Moradores
Os residentes do prédio estão exigindo uma resposta rápida da Enel, visto que a situação não pode continuar. A indignação é palpável, uma vez que energia, água e conectividade são considerados direitos fundamentais. A moradora Regiane expressou que pagar as contas em dia não deveria resultar em abandono por parte da empresa de energia. A comunidade exige que a empresa honre seus compromissos e ofereça soluções viáveis para restaurar os serviços essenciais.
A situação no prédio da Mooca é um reflexo das falhas na infraestrutura urbana e na gestão de serviços públicos, evidenciando a necessidade urgente de melhorias e maior responsabilidade por parte das concessionárias de serviços essenciais.
Fonte: www1.folha.uol.com.br





