País busca ampliar consumo interno do combustível e reduzir excedente de milho no mercado externo.

Com produção recorde de etanol prevista para 2026, a Argentina aumenta a mistura do combustível na gasolina e amplia consumo interno.
A Argentina pretende aumentar a mistura de etanol na gasolina durante 2026, aproveitando a produção recorde esperada do combustível. A estratégia busca expandir o consumo interno do etanol no país.
Com o aumento da mistura, a demanda por etanol no mercado doméstico argentino deve crescer significativamente. Isso pode reduzir o volume de milho excedente que seria destinado ao mercado externo, já que parte da produção seria direcionada para a fabricação de etanol.
A Argentina é tradicional exportadora de milho e produtos agrícolas. A mudança na política de combustíveis representa uma reorientação na utilização da produção agrícola local.
A produção recorde de etanol prevista para 2026 coloca o país em condições de suportar maiores percentuais de mistura do biocombustível à gasolina. A medida alinha-se com políticas de sustentabilidade e redução de dependência de combustíveis fósseis.
O aumento do consumo interno de etanol representa uma oportunidade de mercado para o setor de bioenergia argentino. Produtores e refinarias do país preparam-se para a implementação das novas diretrizes de mistura.
A política também pode impactar a dinâmica de preços do milho no mercado internacional, caso a Argentina reduza significativamente suas exportações do grão. Os próximos meses definirão o cronograma exato da implementação das novas percentagens de mistura na gasolina argentina.







