Bad Bunny é processado em r$ 86 milhões por uso indevido de voz em músicas

Cantor portoriquenho enfrenta ação judicial que alega uso não autorizado de gravação vocal em duas faixas de seus álbuns

Bad Bunny é processado em r$ 86 milhões por uso indevido de voz em músicas
Bad Bunny em performance recente. Foto: s" • Bad Bunny/Instagram

Bad Bunny é processado em R$ 86 milhões por uso não autorizado da voz de uma mulher em músicas de seus álbuns.

Contexto do processo milionário contra Bad Bunny

Bad Bunny é processado em R$ 86 milhões por uso indevido da voz de uma mulher em duas músicas de seus álbuns, conforme denúncia formalizada em 5 de maio de 2025. A ação foi movida por Tainaly Y. Serrano Rivera, que alega que sua voz foi usada sem autorização em faixas dos discos “X100pre” (2018) e “Debí Tirar Más Fotos” (2025). A acusação indica que esse uso não autorizado resultou em danos à sua privacidade e imagem, com a gravação se tornando um bordão associado ao artista.

Detalhes da acusação e gravação vocal utilizada

Segundo a acusação, Serrano Rivera gravou a frase “Mira, p*, no me quiten el perreo” a pedido do produtor musical Roberto Rosado, conhecido como La Paciencia, durante seus estudos na Universidade Interamericana de Arecibo. A gravação foi realizada sem conhecimento do destino final e sem qualquer contrato ou licença para uso comercial. Posteriormente, a voz foi incorporada nas músicas “Solo de Mi” e “EoO”, utilizadas em shows e produtos licenciados de Bad Bunny, o que motivou o processo judicial.

Implicações legais e direitos de uso na indústria musical

O uso não autorizado de gravações vocais pode configurar violação dos direitos de privacidade e de imagem, além de infringir leis referentes à propriedade intelectual. O processo contra Bad Bunny levanta questões importantes sobre a necessidade de contratos claros e licenças formais na utilização de amostras vocais, especialmente quando essas se tornam elementos de destaque na carreira do artista. O valor milionário da ação reflete a gravidade alegada pela parte reclamante.

Repercussão e posicionamento da equipe de Bad Bunny

Até o momento, a gravadora independente Rimas, responsável pelo gerenciamento da carreira de Bad Bunny, não emitiu comentários oficiais sobre o processo. A ausência de posicionamento oficial mantém o caso em aberto, enquanto a investigação jornalística acompanha desdobramentos futuros. A situação pode impactar a imagem do cantor, que mantém alta popularidade na indústria musical global.

Impacto do caso na trajetória artística e comercial do cantor

Bad Bunny, que recentemente iniciou uma série de 13 shows pela América do Sul, é reconhecido pelo uso inovador de samples e elementos sonoros em suas músicas. Entretanto, essa ação judicial destaca a importância dos aspectos legais no uso de materiais de terceiros. A controvérsia pode influenciar práticas futuras na produção artística, além de afetar contratos e acordos comerciais relacionados à sua música e imagem.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

Fonte: s" • Bad Bunny/Instagram