Inauguração marca avanço na matriz energética do Paraná.

Compagas lança rede de biometano em Londrina e Cambé, avançando na matriz energética do Paraná.
Avanço na matriz energética paranaense
O uso de biometano em Londrina e Cambé representa um marco na busca por uma matriz energética mais sustentável no Paraná. A Compagas lançou oficialmente sua primeira rede local de biometano, conectando 10 quilômetros de tubulação entre as duas cidades. Essa ação está alinhada com os compromissos do novo contrato de concessão da empresa e é um indicativo do potencial de expansão do gás canalizado na região.
O que é o biometano e como ele é produzido?
O biometano é um gás renovável, obtido a partir da decomposição de resíduos orgânicos, neste caso, oriundos da indústria sucroenergética, como a cana-de-açúcar. O seu uso não apenas diversifica a matriz energética, mas também contribui significativamente para a redução de emissões de gases do efeito estufa, melhorando a qualidade do ar nas áreas urbanas. Esta nova rede estabelece um padrão que pode ser replicado em outras localidades, promovendo um ciclo de desenvolvimento sustentável.
Detalhes da operação
A Compagas investiu mais de R$ 10 milhões na construção de novos 4 quilômetros de rede que se somam à já existente na região. Essa expansão gerou cerca de 100 empregos diretos e indiretos, enfatizando o impacto econômico da iniciativa. As indústrias PADO e AESA, localizadas em Cambé, são as primeiras a se beneficiar desse abastecimento, demonstrando a viabilidade e a eficácia da tecnologia.
Impactos e planos futuros
Além da instalação inicial, a Compagas já está em fase de licenciamento para expandir o atendimento ao mercado residencial e comercial em Londrina. No próximo ano, está prevista a ligação de um posto de abastecimento voltado tanto para veículos leves quanto para o transporte pesado, fortalecendo a infraestrutura de combustíveis limpos na região.
Maringá também está na mira da companhia, que planeja iniciar a implantação de uma rede isolada no município. Com um investimento total de R$ 100 milhões, a meta é alcançar até 2029 um total de 3 mil unidades consumidoras na região Norte do Paraná. Essa visão futura não só atende a demanda por energia mais limpa, mas também posiciona o Paraná como um polo de inovação e sustentabilidade na matriz energética brasileira.
Fonte: tnonline.uol.com.br





