Bolsonaro critica resposta de Lula sobre Neymar e defende atacante

Flávio Bolsonaro sai em defesa do jogador após presidente fazer brincadeira sobre convocação durante evento em Belo Horizonte

Bolsonaro critica resposta de Lula sobre Neymar e defende atacante
Flávio Bolsonaro publica resposta em defesa de Neymar após crítica ao presidente

Pré-candidato do PL à Presidência rebate ironias presidenciais sobre o jogador e afirma que Brasil está ao lado do atleta

Flávio Bolsonaro critica resposta de Lula sobre Neymar e defende atacante

O pré-candidato do PL à Presidência da República respondeu publicamente a críticas do chefe de Estado contra o jogador da Seleção Brasileira, em 20 de junho de 2026.

Brincadeira presidencial mobiliza apoiador político

Durante evento em Belo Horizonte, o presidente conversava com uma criança sobre igualdade de gênero e mencionou a craque Marta, seis vezes eleita melhor futebolista do mundo. Quando questionado sobre quem a Seleção teria de “bom de bola”, o menino respondeu: Neymar. O presidente então apontou que o atacante não estava “nem jogando”, pois se recuperava de lesão na panturrilha, e brincou ao mencionar uma postagem vista em redes sociais comparando o convocado a um profissional em regime de trabalho remoto.

Resposta Bolsonaro em tom de comparação

Flávio publicou mensagem na rede X contrastando a qualidade técnica do jogador com sua percepção sobre liderança presidencial. “Neymar é craque e Lula é presidente turista. Só um deles tem espaço no coração dos brasileiros”, afirmou, expressando apoio ao atleta em tom de crítica política velada.

Ampliação da defesa em conteúdo audiovisual

Em vídeo divulgado posteriormente nas redes, o pré-candidato aprofundou sua posição, reconhecendo as qualidades técnicas do jogador e ressaltando sua origem humilde e sucesso internacional. Utilizou a situação para reforçar mensagens de campanha durante período de mobilização eleitoral.

Contexto de lesão e ausência nos gramados

Neymar permanecia em processo de recuperação, justificando sua indisponibilidade para as convocações recentes. A brincadeira presidencial explorava essa condição, criando abertura para manifestações políticas posteriores que extrapolaram o tema esportivo.