Brasil reage a restrições da UE sobre proteína animal por uso de antimicrobianos

Medidas entraram em vigor nesta quinta-feira (3) com base no Regulamento (UE) 2019/6

Brasil reage a restrições da UE sobre proteína animal por uso de antimicrobianos
Produtos de proteína animal brasileira enfrentam novas restrições comerciais na Europa

O governo brasileiro manifestou preocupação com restrições da União Europeia aos produtos de proteína animal, que entraram em vigor nesta quinta-feira (3).

O governo brasileiro manifestou preocupação com o início, nesta quinta-feira (3), das restrições impostas pela União Europeia à entrada de produtos de proteína animal do Brasil.

Segundo dados divulgados pelo Governo brasileiro, as medidas têm como base o Regulamento (UE) 2019/6, relacionado ao uso de antimicrobianos.

As restrições afetam importações de produtos brasileiros de origem animal nos países-membros da União Europeia. O regulamento europeu estabelece critérios rigorosos para o uso de substâncias antimicrobianas em animais destinados à produção alimentar.

O setor de proteína animal representa uma importante fatia das exportações brasileiras. A medida europeia impõe novos requisitos de conformidade aos exportadores nacionais que abastecem o mercado comunitário.

O Itamaraty e o Ministério da Agricultura acompanham os desdobramentos das restrições e avaliam possíveis respostas diplomáticas às novas barreiras comerciais. As autoridades brasileiras estudam mecanismos para garantir o acesso dos produtos nacionais ao mercado europeu sob as novas condições regulatórias.