Cidade do Paraná enfrenta um dos dias mais quentes do ano.

Guaraqueçaba registra sensação térmica de 52,6°C, um dos dias mais quentes de 2025.
O calor extremo em Guaraqueçaba, no litoral do Paraná, causou preocupação nesta sexta-feira (26), com uma sensação térmica impressionante de 52,6°C. Embora a temperatura medida tenha chegado a 40,4°C, a alta umidade contribuiu para que a percepção de calor fosse drasticamente aumentada, segundo dados do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
O fenômeno da sensação térmica
A sensação térmica é um conceito crucial para entender como o clima pode afetar o bem-estar humano. Diferente da temperatura do ar, a sensação térmica considera a umidade relativa, fazendo com que, em locais como Guaraqueçaba, o desconforto seja mais acentuado. Os meteorologistas explicam que, enquanto outras cidades também registraram altas temperaturas, Guaraqueçaba se destacou pela combinação letal entre calor e umidade.
Recordes de temperatura
Este evento climático fez de Guaraqueçaba a segunda cidade do Paraná a registrar a maior temperatura do ano em 2025, logo após Capanema, que alcançou 42,5°C em abril. A lista das cidades paranaenses que também enfrentaram altas temperaturas inclui Curitiba e Jaguariaíva, com registros de até 34,6°C. Essa situação climática acende um alerta para a saúde pública, especialmente em relação a populações vulneráveis.
O que esperar nos próximos dias
Meteorologistas indicam que o calor intenso deve persistir, e os moradores de Guaraqueçaba e regiões adjacentes devem se preparar para mais dias de altas temperaturas. Recomenda-se que a população tome precauções, como evitar a exposição direta ao sol e se manter hidratada. O clima quente pode afetar não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional de quem vive na região.
Nesse cenário, a importância de monitorar as previsões do tempo se torna ainda mais relevante, especialmente para aqueles que precisam sair de casa. As temperaturas elevadas são um lembrete da necessidade de adaptação e vigilância diante das mudanças climáticas que têm se mostrado cada vez mais intensas.
Fonte: ric.com.br
Fonte: José Fernando Ogura/Arquivo AEN





