Calorão em várias partes do Brasil aquece o fim de semana

O calor intenso deve superar a média histórica para janeiro em diversas regiões brasileiras

Calorão em várias partes do Brasil aquece o fim de semana
Praia do Leme, no Rio de Janeiro, sob calor extremo de até 40 graus. Foto: Praia do Leme – Rio de Janeiro – Brasil. Dia quente, 40 graus Celsius, calor extremo

O calorão em várias partes do Brasil deve elevar as temperaturas até 8 graus acima da média histórica neste fim de semana.

Impacto do calorão em várias partes do Brasil neste fim de semana

O calorão em várias partes do Brasil vai predominar durante o fim de semana de 10 e 11 de janeiro de 2026, com aumento significativo das temperaturas que podem ultrapassar em até 8 graus a média histórica para o mês. Especialistas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicam que as regiões Nordeste e Sudeste serão especialmente afetadas, com ventos quentes e baixa umidade do ar, situação que exige atenção redobrada da população local.

O Rio de Janeiro deve registrar temperaturas entre 38°C e 39°C durante o sábado e domingo, muito acima da média histórica de 31°C para janeiro. São Paulo também terá calor intenso, com máximas na casa dos 33°C, cerca de cinco graus acima do esperado para o período. Em outras capitais, como Belo Horizonte e Fortaleza, as temperaturas podem atingir 31°C, enquanto Manaus pode alcançar 33°C. As cidades de Campo Grande e Cuiabá devem chegar respectivamente a 35°C e 36°C, e Teresina destaca-se como uma das capitais mais quentes, com previsão de até 39°C.

Alerta para baixa umidade do ar e radiação ultravioleta elevada

Além do intenso calor, o fim de semana será marcado por céu pouco nublado e baixa probabilidade de chuva, o que contribui para a elevação dos índices de radiação ultravioleta a níveis muito altos. Profissionais da saúde aconselham o uso constante de filtro solar, a redução do tempo de exposição direta ao sol e a ingestão frequente de líquidos para evitar problemas como insolação, desidratação e queimaduras.

A baixa umidade do ar, especialmente nas regiões Nordeste e Sudeste, representa um agravante para a saúde, aumentando riscos de irritações nas vias respiratórias e agravando quadros clínicos em pessoas com doenças crônicas.

Condições climáticas extremas no Sul do país

Enquanto o calor predomina em grande parte do território nacional, o Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um alerta vermelho de grande perigo para tempestades nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, válido para o dia 9 de janeiro até as 23h59. As previsões indicam chuvas intensas, com volumes superiores a 60 mm/h e possibilidade de ultrapassar 100 mm em um único dia.

Além das precipitações volumosas, os ventos podem superar 100 km/h, acompanhados de quedas de granizo. Esses fenômenos climatológicos trazem riscos elevados de danos a edificações, queda de árvores, alagamentos, cortes no fornecimento de energia elétrica e prejuízos em plantações. A situação reforça a necessidade de cuidados e monitoramento constante na região sul do Brasil.

Consequências para o turismo e vida urbana durante o calorão

O calorão em várias partes do Brasil pode impactar o turismo, principalmente nas capitais litorâneas que recebem grande número de visitantes durante o verão. O aumento das temperaturas eleva a procura por praias e locais de lazer ao ar livre, mas também exige infraestrutura adequada para atender à demanda e garantir segurança, como pontos de hidratação e sombra.

Nas áreas urbanas, o calor intenso pode agravar problemas relacionados ao conforto térmico e à saúde pública, especialmente em regiões com baixa cobertura vegetal e alta densidade demográfica. A adoção de medidas preventivas, como a ampliação de áreas verdes e campanhas de conscientização sobre os cuidados com o calor, torna-se essencial para mitigar os impactos.

Recomendações para a população durante o período de calor extremo

Diante do cenário projetado, as autoridades e especialistas recomendam que a população adote medidas para enfrentar o calorão em várias partes do Brasil. Entre as principais orientações estão o uso frequente de protetor solar, evitar exposição direta ao sol nos horários de pico, manter uma hidratação constante e buscar ambientes frescos ou climatizados sempre que possível.

Além disso, é fundamental observar os sinais do corpo diante do calor, como tonturas, náuseas e cansaço excessivo, que podem indicar quadros de insolação ou desidratação e demandam atendimento médico imediato. A atenção especial deve ser dada a grupos vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Fonte: www.metropoles.com

Fonte: Rio de Janeiro