Candidatos à Presidência reagem à quebra de sigilo do caso Master

Ministro André Mendonça revogou sigilo de parte dos documentos a pedido do presidente do STF, Edson Fachin

Candidatos à Presidência reagem à quebra de sigilo do caso Master
Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema se manifestaram sobre quebra de sigilo do caso Master nesta sexta

Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema comentaram a decisão do ministro André Mendonça. Nenhum mencionou a investigação contra Flávio Bolsonaro.

A revogação do sigilo de parte dos documentos do caso Master, decidida na noite de quinta-feira (10), repercute nesta sexta-feira (11) entre os candidatos à Presidência da República.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pôs fim ao sigilo de parte do caso a pedido do presidente do Supremo, Edson Fachin. Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) se manifestaram sobre a decisão. Nenhum deles mencionou a revelação de que o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) é investigado no caso.

Renan Santos (Missão)

Pelas redes sociais, o candidato do Missão apontou na quinta-feira (10) que a decisão de Fachin deixaria “muito candidato a presidente sem conseguir dormir”.

“Mais do que nunca Flávio e Lula precisam explicar toda a m… que vai vazar nos debates vindouros. Espero que o povo desperte”, declarou.

Ronaldo Caiado (PSD)

O candidato do PSD, internado em São Paulo tratando pneumonia, também se manifestou pelas redes sociais nesta sexta-feira (11). Caiado afirmou que a quebra de sigilo pelo ministro Mendonça “escancarou que o escândalo vai muito além das especulações, teve acesso antecipado a dados sigilosos, articulações de fuga na véspera de prisões e o envolvimento direto de políticos e ‘autoridades’ em apurações de lavagem de dinheiro”.

O ex-governador de Goiás pediu que sejam tomadas medidas adicionais em relação aos fatos que serão revelados.

Romeu Zema (Novo)

O candidato do Novo também se manifestou sobre a decisão de Mendonça, mas detalhes de sua manifestação não foram divulgados no comunicado oficial.

A revogação do sigilo ocorre dias antes de uma sessão extraordinária do STF agendada para analisar aspectos do caso Master.