Delegada destaca a necessidade de comprovação das informações.

Delegada Luana Lopes destaca a necessidade de comprovação na confissão do suspeito no caso Cíntia, que está desaparecida desde maio.
Caso Cíntia avança com confissão
A investigação sobre o desaparecimento da costureira Cíntia Cristina Silveira da Costa, que ocorreu em 25 de maio de 2025, ganhou novos contornos na última terça-feira (23). Um homem se apresentou à Polícia Militar em Apucarana, alegando ser o autor do crime. No entanto, a delegada Luana Lopes, responsável pelo caso, adotou uma abordagem cautelosa ao avaliar a veracidade da confissão.
Desdobramentos da investigação
Em entrevista, a delegada afirmou que, apesar da autodeclaração do suspeito, ainda não existem evidências concretas que comprovem sua relação com o desaparecimento de Cíntia. “Até o presente momento, não temos informações que realmente liguem ou indiquem algum tipo de relação desse rapaz com o caso”, declarou Luana Lopes.
Após a confissão, o homem foi levado à 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, onde prestou depoimento ao delegado plantonista Victor Hugo Torres. A equipe de investigação agora trabalha para cruzar as informações fornecidas pelo suspeito com as evidências coletadas ao longo de sete meses de apuração.
O cenário complexo
O caso Cíntia já foi marcado por desdobramentos violentos. Recentemente, uma testemunha chave foi assassinada no mesmo local em que a costureira foi vista pela última vez. Além disso, o irmão da vítima foi preso sob a suspeita de ter encomendado a morte da testemunha, complicando ainda mais o cenário da investigação. A relação entre os envolvidos e a sequência de eventos levanta questões sobre possíveis vinganças e conexões obscuras que ainda precisam ser desvendadas.
As autoridades continuam a apurar o caso, mantendo vigilância sobre qualquer nova informação que possa surgir e que ajude a esclarecer o desaparecimento de Cíntia.
Fonte: tnonline.uol.com.br





