Modelo argumenta que o aparelho dificulta sua carreira, mas decisão é pela continuidade do monitoramento.

A influenciadora Cássia Vialli teve pedido para remover tornozeleira negado pela Justiça, que decidiu pela continuidade do monitoramento.
Cássia Vialli enfrenta desafios devido à tornozeleira eletrônica
A influenciadora e modelo Cássia Vialli, que se encontra sob investigação após um trágico acidente que resultou na morte do motoboy Jheykson Roger Medeiros, teve seu pedido para remover a tornozeleira eletrônica negado pela Justiça. Cássia, que alega que o dispositivo atrapalha sua carreira como modelo, solicitou uma alternativa menor caso a remoção não fosse possível. A decisão judicial, no entanto, foi pela manutenção do monitoramento.
O Caso que Mobilizou a Justiça
O acidente ocorreu em setembro de 2022, quando Cássia, ao dirigir na contramão, colidiu com o motoboy que estava fazendo uma entrega. Testemunhas relataram que ela apresentava sinais de embriaguez e fugiu do local sem prestar socorro. Em defesa, a influenciadora argumenta que saiu por medo de represálias e nega estar sob efeito de álcool no momento do acidente.
Implicações do Monitoramento
A decisão da Justiça em manter a tornozeleira eletrônica reflete a seriedade do caso e as implicações legais que Cássia enfrenta. A influenciadora, conhecida por sua presença nas redes sociais, agora se vê em uma situação complicada, onde sua imagem pública e carreira podem ser afetadas pela condenação social e legal.
Olhar para o Futuro
Enquanto a Justiça mantém a medida de monitoramento, o futuro de Cássia Vialli como modelo e influenciadora está incerto. A resposta da Justiça a seu pedido é um reflexo da responsabilidade que a sociedade espera de figuras públicas, especialmente em casos tão graves. O desdobramento deste caso poderá influenciar não apenas a vida de Cássia, mas também a percepção pública sobre a responsabilidade civil e criminal de influenciadores digitais.
Fonte: ric.com.br
Fonte: Reprodução/Ric RECORD





