Reforma tributária, inflação e split payment: o que muda de verdade para bares e restaurantes

Por Vinicius França* Brasil, agosto de 2026 – Tem um problema silencioso acontecendo no setor de gastronomia brasileiro que raramente aparece nas conversas sobre cardápio, experiência do cliente ou tendências de consumo. Ele está nas planilhas financeiras, nas reuniões com contadores, nos bate-papos entre empresários preocupados. E ele está prestes a ficar bem mais barulhento. A Reforma Tributária está em andamento. E para quem opera um bar ou restaurante no Brasil, ela representa a maior mudança no ambiente fiscal das últimas três décadas. O setor já operava no limite antes da reforma. A inflação oficial fechou fevereiro de 2026 em 0,70%, acima das projeções do mercado, enquanto a alimentação fora do domicílio registrou aumento de apenas 0,34%, menos da metade do índice geral. Os números indicam que bares e restaurantes continuam com dificuldade para repassar integralmente os custos aos preços finais. Os dados da própria Abrasel mostram o resultado concreto disso: 31% dos estabelecimentos não conseguiram reajustar o cardápio nos últimos 12 meses, e 58% realizaram reajustes em linha ou abaixo da inflação. Apenas 11% dos empresários conseguiram reajustar preços acima do índice geral. Esse desequilíbrio tem uma causa estrutural que vai além da gestão individual de cada negócio. Em 2006, a cesta básica em São Paulo custava R$ 177,45. Em 2026, chegou a R$ 1.000,94. A carne bovina que custava cerca de R$ 6,62 o quilo vinte anos atrás hoje ultrapassa R$ 45. O feijão registrou alta de 18,92% em um único mês em 2026, por quebra de safra. Custos que triplicaram, quadruplicaram, e que o consumidor simplesmente não aceita ver refletidos no cardápio na mesma proporção. É sobre esse pano de fundo que a Reforma Tributária chega. O que é a Reforma e o que ela muda A Reforma Tributária implementada pela Emenda Constitucional 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar 214/2025 extingue cinco tributos: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. No lugar deles, dois novos: a CBS, de competência federal, e o IBS, de competência estadual e municipal, ambos com mesmas regras e legislação unificada. A alíquota padrão estimada é de 28%, mas o setor de bares, restaurantes e lanchonetes foi contemplado com um regime específico que reduz essa alíquota em 40%, resultando em uma carga estimada de 16,8% para operações de fornecimento de alimentação preparada. A mudança mais importante na lógica do sistema é a não-cumulatividade plena. Hoje, restaurantes no Simples Nacional e no Lucro Presumido pagam imposto sobre o que vendem sem poder abater o imposto que já está embutido nos insumos que compraram. Com o novo sistema, esse crédito passa a existir de forma ampla. Estão dentro do regime específico de 16,8%: refeições preparadas no local e bebidas não alcoólicas preparadas no estabelecimento. Ficam de fora, tributados pela alíquota padrão de 28%: bebidas alcoólicas, ainda que preparadas no próprio restaurante; alimentos e bebidas revendidos sem preparo próprio; e fornecimento de alimentação a pessoa jurídica sob contrato, como é o caso das refeições coletivas. Isso tem implicações diretas no mix de produtos de cada estabelecimento. Um bar com faturamento concentrado em bebidas alcoólicas terá um impacto muito diferente de um restaurante focado em refeições preparadas. Revisar a precificação com base nessa nova estrutura não é opcional: é urgente. O split payment: a mudança que ninguém está explicando direito O split payment é, provavelmente, o aspecto da reforma com maior impacto operacional e financeiro no dia a dia dos restaurantes. E é também o que menos aparece nas conversas do setor. No modelo tradicional, o comerciante recebe o valor integral da venda e, em momento posterior, apura e recolhe os tributos devidos. O split payment inverte essa lógica: a parcela tributária é segregada na própria liquidação da operação e recolhida na origem. Em uma venda de R$ 1.000 com carga de 16,8%, o restaurante recebe R$ 832 no ato. Os R$ 168 restantes seguem diretamente ao Fisco, sem transitar pelo caixa da empresa. Historicamente, as empresas brasileiras utilizam o hiato entre o faturamento e o vencimento da guia de tributos, que pode chegar a 40 ou 50 dias, como um “colchão” financeiro. Esse montante parado em caixa muitas vezes financia a compra de matéria-prima ou a folha de pagamento. Com o novo regulamento, tudo isso acaba. Para um negócio como um restaurante, que opera com margens estreitas, ciclo de caixa curto e alto volume de transações diárias, essa eliminação do capital de giro informal representa uma mudança estrutural no modelo financeiro. Não é um ajuste marginal. É uma reorganização completa da forma como o dinheiro flui dentro do negócio. Há ainda o risco do que especialistas chamam de “empoçamento de créditos”: empresas que gozam de alíquotas reduzidas ou regimes diferenciados podem ter retenções por alíquota média maiores do que deveriam, com saldos credores de difícil recuperação que certamente prejudicarão o fluxo de caixa. O dinheiro sairá do caixa da empresa na velocidade do Pix, mas o ressarcimento de eventuais excessos seguirá o ritmo burocrático da Receita Federal. A fase de testes começa ainda em 2026. A cobrança efetiva do novo sistema inicia em 2027. A transição completa ocorre até 2033. O tempo para se preparar existe, mas ele não é infinito. O que fazer agora A primeira providência é entender em qual regime tributário o estabelecimento se enquadra hoje e como a reforma muda especificamente essa situação. Restaurantes no Simples Nacional não poderão se creditar do IBS e CBS pagos na compra de bens e serviços de fornecedores fora do Simples, o que pode elevar o custo de aquisição de determinados insumos e serviços, como softwares de gestão. A segunda é revisar o cardápio com olhar tributário: identificar quais produtos se enquadram no regime específico de 16,8% e quais migram para a alíquota padrão de 28%, especialmente bebidas alcoólicas e produtos revendidos sem preparo. A terceira, e talvez mais urgente, é replanejar o fluxo de caixa considerando um cenário sem o colchão do prazo de recolhimento de impostos. Isso pode exigir reserva de capital, renegociação de prazos com fornecedores ou acesso a linhas de crédito antes

Nova marca une experiência em grandes eventos e fortalece o mercado esportivo brasileiro

VOA Sports nasce da união de duas operações consolidadas e amplia atuação nacional no desenvolvimento, produção e operação de eventos esportivos O mercado brasileiro de eventos esportivos ganha um novo reforço com o lançamento da VOA Sports. A empresa nasce da união entre a experiência de João Guilherme Leprevost na produção de grandes eventos através da CWB Brasil, que convidou Marcos Pinheiro com sua expertise na organização técnica de corridas de rua. A marca nasce com estrutura para desenvolver, produzir e operar eventos esportivos em todo o Brasil, conectando atletas, marcas, patrocinadores e cidades por meio do esporte. O lançamento acontece em um momento de expansão do setor. Segundo a Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor (Abraceo), o número de provas oficiais realizadas no país cresceu 85% em 2025, passando de 2.827 para 5.241 eventos. O Paraná aparece como o segundo estado com maior número de corridas do Brasil, com 645 provas realizadas, atrás apenas de São Paulo, que registrou 1.311 eventos. A nova operação é resultado de uma parceria construída na prática em eventos como a Maratona Internacional do Paraná, que aconteceu em Guaratuba, no litoral do estado, a Corrida do Natal de Curitiba (PR) e a Corrida da OAB de Porto Alegre (RS). O próximo desafio já tem data marcada: a Maratona Internacional de Maringá, prevista para novembro, que tem expectativa de reunir cerca de 20 mil atletas. A Maratona Internacional do Paraná marcou um dos principais capítulos dessa parceria. Com mais de 20 mil inscritos, a prova tornou-se a maior corrida da história do Estado, movimentando milhares de atletas e visitantes no litoral paranaense. O sucesso da operação evidenciou o potencial da união entre a experiência de João Guilherme Leprevost na produção de grandes eventos e o conhecimento técnico de Marcos Pinheiro na gestão esportiva, motivando a criação da nova empresa. “A realização da Maratona Internacional do Paraná mostrou que existia uma grande oportunidade de ampliar nossa atuação no esporte. Ao longo dos últimos anos acumulamos experiência na produção de grandes eventos e, ao lado do Marcos, percebemos que poderíamos desenvolver projetos esportivos com o mesmo padrão de qualidade, estrutura e organização. A VOA nasce preparada para crescer e contribuir com o fortalecimento desse mercado”, afirma João Guilherme Leprevost. A atuação reúne duas expertises complementares. De um lado, anos de experiência na produção de grandes festivais, shows e eventos de entretenimento. Do outro, o conhecimento técnico e operacional de Marcos Pinheiro na organização de corridas de rua e na gestão de grandes eventos esportivos. Além da Maratona Internacional de Maringá, o planejamento prevê a realização de pelo menos dez corridas de rua no Paraná em 2027, além do desenvolvimento de projetos em outras modalidades esportivas, que serão anunciados nos próximos meses. “Grandes eventos esportivos exigem planejamento, excelência operacional e uma equipe preparada para entregar qualidade em cada detalhe. Nosso propósito é criar experiências que valorizem o atleta, fortaleçam o relacionamento com patrocinadores e contribuam para o crescimento do esporte e do turismo nas cidades que recebem nossos eventos”, destaca Marcos Pinheiro. O portfólio também reúne projetos desenvolvidos ao longo da parceria, como a Maratona Internacional do Paraná, a Maratona Internacional de Maringá, a Corrida do Natal de Curitiba e a Corrida da OAB Porto Alegre. A proposta é ampliar essa atuação por meio de eventos proprietários, ativações para marcas e operações esportivas em diferentes regiões do país. O esporte é o ponto de partida, mas o propósito vai além da competição. A empresa nasce com o objetivo de desenvolver experiências capazes de gerar impacto para atletas, marcas, patrocinadores e cidades, contribuindo para o fortalecimento do turismo esportivo e da economia local. Para mais informações acesse o perfil do Instagram @voaesportes. 

IA e blockchain avançam juntas e redefinem a economia digital com novos modelos de negócios

Convergência entre Inteligência Artificial e blockchain amplia segurança, transparência e eficiência em setores como finanças, saúde, logística e Web3 A integração entre Inteligência Artificial (IA) e blockchain está transformando a infraestrutura da economia digital ao combinar automação inteligente com registros descentralizados e auditáveis. O movimento, que ganha força globalmente, impulsiona novos modelos de negócios, fortalece a segurança das operações e cria oportunidades para empresas e profissionais que acompanham a evolução da transformação digital. Enquanto a Inteligência Artificial acelera a análise de dados, automatiza processos e amplia a capacidade de tomada de decisão, o blockchain oferece um ambiente baseado em transparência, rastreabilidade e confiança. A convergência dessas tecnologias é apontada por pesquisadores, organismos internacionais e consultorias globais como uma das principais tendências para os próximos anos, especialmente em áreas como finanças descentralizadas (DeFi), identidade digital, cadeias de suprimentos, saúde, computação descentralizada e Web3. “A Inteligência Artificial e o blockchain não competem entre si; são tecnologias complementares. Enquanto a IA amplia a capacidade de análise e automação, o blockchain oferece transparência, rastreabilidade e confiança sobre os dados utilizados. Essa integração deve transformar diversos setores da economia e fortalecer modelos digitais mais seguros, descentralizados e eficientes”, avalia Cleverson Pereira, head educacional da OnilX. Na prática, IA e blockchain solucionam desafios complementares. A IA identifica padrões em grandes volumes de informações, gera conteúdo, automatiza decisões e reduz custos operacionais. Já o blockchain registra dados de forma imutável, comprova a origem das informações e elimina a necessidade de intermediários em diversas operações digitais. Essa combinação fortalece a confiabilidade dos sistemas inteligentes e cria um ambiente mais seguro para a circulação de dados e ativos digitais. Entre os principais impactos da Inteligência Artificial no mercado blockchain está a expansão da economia descentralizada de IA. Com o crescimento dos modelos generativos, surgem novos mecanismos para registrar a propriedade de bases de dados, rastrear o treinamento de modelos, remunerar automaticamente criadores por meio de contratos inteligentes (smart contracts) e desenvolver marketplaces descentralizados de Inteligência Artificial. A tendência busca reduzir a concentração da infraestrutura tecnológica nas grandes plataformas e democratizar o acesso à inovação. “Durante muito tempo, Inteligência Artificial e blockchain foram tratados como tecnologias independentes. Hoje, vemos que elas são complementares. Enquanto a IA torna os processos mais inteligentes e eficientes, o blockchain garante transparência, rastreabilidade e confiança em dados e transações. Essa convergência representa uma mudança importante na forma como empresas, governos e a própria sociedade vão utilizar informações e construir novos modelos digitais”, afirma o especialista. Outro avanço relevante é a tokenização de ativos relacionados à IA. Modelos de linguagem, capacidade computacional, GPUs, datasets e agentes inteligentes passam a ser negociados como ativos digitais, criando mercados voltados ao aluguel de processamento, licenciamento automático de modelos e comercialização de serviços baseados em Inteligência Artificial. Especialistas apontam que esse movimento representa um dos pilares da chamada AI Economy, considerada uma das próximas fases da economia digital. O setor de finanças descentralizadas também passa por uma evolução significativa com a incorporação da IA. Sistemas inteligentes já são utilizados para avaliação automática de risco, detecção de fraudes, monitoramento de operações em blockchain, otimização de liquidez e análise preditiva do comportamento do mercado. Paralelamente, o blockchain garante auditoria permanente, transparência e execução automática das regras estabelecidas em contratos inteligentes, elevando o nível de segurança e eficiência das operações financeiras. “A tokenização de modelos de IA e o avanço das finanças descentralizadas mostram que estamos entrando em uma nova etapa da economia digital. Pela primeira vez, dados, poder computacional e inteligência podem ser negociados de forma transparente e programável. Isso amplia o acesso à tecnologia, cria novas oportunidades de negócios e fortalece ecossistemas mais eficientes e seguros para empresas e usuários”, destaca Pereira. Na área de segurança digital, modelos de Machine Learning vêm sendo empregados para identificar tentativas de lavagem de dinheiro, carteiras suspeitas, ataques Sybil, campanhas de phishing e vulnerabilidades em contratos inteligentes. Ao mesmo tempo, a IA também contribui para otimizar o consumo energético das redes blockchain, prever congestionamentos, automatizar processos de compliance e aumentar a escalabilidade dos sistemas descentralizados. Outro tema que desperta atenção do mercado é a chegada da IA Agêntica (Agentic AI), considerada uma das principais tendências para o período de 2026 a 2030. Nesse modelo, agentes inteligentes poderão negociar ativos digitais, contratar serviços, realizar pagamentos, adquirir armazenamento em redes descentralizadas e interagir entre si sem intervenção humana, utilizando o blockchain como camada de confiança e validação das operações. Para Cleverson Pereira, a educação será um dos fatores decisivos para que a sociedade compreenda os impactos dessa transformação tecnológica. “Existe um grande desafio de traduzir conceitos complexos para uma linguagem acessível. Quanto maior for o entendimento da população sobre Inteligência Artificial, blockchain e ativos digitais, maior será a capacidade de aproveitar seus benefícios de forma segura e consciente”, conclui o especialista.

BPO Financeiro: A Solução Estratégica para Empresas que Buscam Eficiência, Controle e Crescimento

Toda empresa nasce com um objetivo: crescer de forma sustentável e gerar resultados consistentes. No entanto, à medida que o negócio evolui, a gestão financeira se torna cada vez mais complexa. Controlar pagamentos, acompanhar recebimentos, analisar indicadores e manter um fluxo de caixa saudável exige organização, conhecimento técnico e processos bem definidos. Nesse cenário, o BPO Financeiro tornou-se uma das soluções mais eficientes para empresas que desejam profissionalizar sua administração financeira, reduzir custos operacionais e melhorar a qualidade das decisões estratégicas. Ao terceirizar a gestão financeira para especialistas, o empreendedor ganha tempo para focar no crescimento do negócio enquanto conta com uma estrutura preparada para garantir organização, segurança e previsibilidade financeira. O que significa BPO Financeiro? O termo Business Process Outsourcing Financeiro refere-se à terceirização das rotinas financeiras da empresa para profissionais especializados. Na prática, isso significa que atividades essenciais deixam de depender exclusivamente da equipe interna e passam a ser executadas por especialistas que utilizam metodologias, processos e ferramentas voltadas para aumentar a eficiência da gestão. Entre os serviços mais comuns estão: Essa estrutura proporciona maior controle sobre as finanças e reduz significativamente o risco de falhas operacionais. Por que a organização financeira é tão importante? Uma empresa pode ter excelentes produtos, conquistar novos clientes e aumentar seu faturamento. Porém, sem uma administração financeira eficiente, o crescimento pode ser comprometido. A falta de organização costuma provocar problemas como: Uma gestão estruturada transforma esses desafios em oportunidades de melhoria. Os maiores benefícios do BPO Financeiro Organização dos processos Quando existe um padrão de trabalho bem definido, todas as movimentações financeiras passam a ser registradas corretamente, facilitando o controle e a análise dos resultados. Economia de tempo O empresário deixa de dedicar horas às rotinas operacionais e pode direcionar sua atenção para atividades estratégicas, como expansão comercial, inovação e relacionamento com clientes. Redução de custos A terceirização financeira elimina diversos custos relacionados à manutenção de uma estrutura interna exclusiva para atividades administrativas, além de reduzir perdas provocadas por erros financeiros. Fluxo de caixa mais saudável Com acompanhamento constante das entradas e saídas de recursos, torna-se muito mais fácil planejar investimentos, controlar despesas e evitar problemas de liquidez. Informações estratégicas Relatórios gerenciais permitem analisar indicadores importantes como: Esses dados fortalecem a tomada de decisão. Empresas de todos os portes podem utilizar o BPO Financeiro O serviço é altamente adaptável e atende diferentes segmentos do mercado, incluindo: Independentemente do porte, qualquer empresa pode obter ganhos relevantes ao profissionalizar sua gestão financeira. A importância da tecnologia Atualmente, a gestão financeira é potencializada pelo uso de sistemas inteligentes capazes de automatizar diversas atividades. Entre os principais recursos estão: A automação reduz tarefas repetitivas, aumenta a produtividade e melhora a confiabilidade das informações. Como identificar o momento certo para contratar? Alguns sinais indicam que a empresa precisa de apoio especializado: Quanto antes esses desafios forem solucionados, maior será a capacidade de crescimento da empresa. Como escolher um parceiro especializado? Na contratação de um serviço de BPO Financeiro, é recomendável avaliar: Experiência no mercado Empresas especializadas costumam apresentar processos consolidados e maior capacidade de adaptação às necessidades de cada cliente. Segurança das informações Dados financeiros exigem sigilo, organização e conformidade com boas práticas de gestão. Atendimento consultivo Mais do que executar tarefas, um parceiro estratégico contribui para melhorar continuamente os processos financeiros. Transparência Relatórios claros e acompanhamento frequente fortalecem a confiança na administração financeira. O BPO Financeiro como vantagem competitiva Uma gestão financeira eficiente impacta diretamente os resultados da empresa. Entre os benefícios percebidos estão: Empresas que desejam elevar o nível da administração financeira podem conhecer uma solução especializada em Bpo financeiro para estruturar processos, otimizar rotinas e aumentar a eficiência operacional. Ao contar com especialistas em Bpo financeiro, o negócio passa a dispor de informações financeiras mais precisas, maior previsibilidade de caixa e suporte estratégico para impulsionar resultados de forma consistente. Investir em Bpo financeiro representa uma decisão inteligente para organizações que buscam crescimento sustentável, controle financeiro e uma gestão preparada para os desafios de um mercado cada vez mais competitivo. Conclusão O sucesso de uma empresa depende, em grande parte, da qualidade da sua gestão financeira. O BPO Financeiro oferece uma solução completa para empresários que desejam profissionalizar processos, reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e tomar decisões baseadas em informações confiáveis. Ao transformar o setor financeiro em um verdadeiro aliado estratégico, a empresa ganha mais segurança, melhora sua capacidade de planejamento e cria uma base sólida para crescer de maneira sustentável ao longo dos próximos anos.