Ex-secretário Wagner Mesquita reage a rumores sobre fim do COPE no Paraná

O ex-secretário de Segurança Pública do Paraná, Wagner Mesquita, se manifestou contra a possível extinção do COPE (Centro de Operações Policiais Especiais) e afirmou que a medida seria um “retrocesso” para a segurança pública paranaense. A declaração foi publicada nas redes sociais e rapidamente movimentou debates entre policiais civis, profissionais da segurança e lideranças do setor. Segundo Wagner Mesquita, o COPE possui papel estratégico no combate ao crime organizado e em operações de alta complexidade no Estado. “A extinção do COPE pela PCPR é um dos maiores retrocessos recentes na história da segurança pública paranaense. Uma estrutura operacional completa que atuava de maneira firme e eficaz contra o crime organizado no Estado. A criminalidade agradece aos responsáveis”, escreveu. O possível encerramento da unidade ainda não foi oficialmente confirmado, mas o tema já provoca forte repercussão nos bastidores da segurança pública do Paraná. O COPE é considerado uma das divisões mais tradicionais da Polícia Civil do Estado, com atuação em ações especiais, roubos, sequestros e operações contra facções criminosas.

Deral aponta alta no preço de terras agrícolas em Ponta Grossa; classe A-II sobe perto de 18% em um ano

O valor médio das terras agrícolas em Ponta Grossa registrou alta entre 2024 e 2025, segundo a tabela municipal divulgada pelo Deral (Departamento de Economia Rural), órgão do Governo do Paraná vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). No recorte por classes, o movimento aparece de forma direta na categoria A-II: em Ponta Grossa, o valor médio passou de R$ 76,8 mil/ha (2024) para R$ 90,5 mil/ha (2025) — uma variação de aproximadamente +17,8%. A valorização também se repete em municípios estratégicos dos Campos Gerais. Em Castro, a classe A-II saiu de R$ 76,3 mil/ha (2024) para R$ 90,1 mil/ha (2025), alta próxima de +18,1%. Para Renan Moura, fundador da Visucio e especialista em estruturação de investimentos em ativos reais, números desse tipo reforçam a leitura de que o investidor precisa olhar além do “preço do hectare” e tratar a compra como uma decisão técnica. “Quando o mercado regional acelera, o risco não é só ‘pagar caro’, mas errar na estrutura do negócio: tese, liquidez, horizonte e caixa. Terra é ativo real”, afirma Renan. Segundo ele, o investidor que busca oportunidades no interior tende a ganhar vantagem quando combina o dado público com análise comparativa (por município e por classe), cenário de saída e estrutura financeira compatível com o fluxo de caixa. A Visucio atua com essa abordagem para apoiar decisões patrimoniais, especialmente em operações que miram o interior e o agro como estratégia de diversificação. Com a região dos Campos Gerais mantendo relevância produtiva e logística, a tendência é que o debate sobre terras avance: menos “achismo” e mais critério — com informação oficial como ponto de partida e validação técnica na tomada de decisão.