Paraná oferece tratamento integral e gratuito via SUS para crianças, adolescentes e adultos com malformação craniofacial

Unidade vinculada ao Hospital do Trabalhador oferece assistência multiprofissional gratuita para tratamento de fissura labiopalatina, malformação que atinge um bebê a cada mil nascimentos.
O Centro de Atendimento Integral ao Fissurado Labiopalatal (Caif) é referência no tratamento gratuito de fissura labiopalatina no Paraná. Vinculado ao Complexo do Hospital do Trabalhador, a unidade oferece assistência integral via Sistema Único de Saúde para crianças, adolescentes e adultos.
A prevalência da malformação craniofacial
A fissura labiopalatina é uma das malformações congênitas mais comuns, atingindo aproximadamente um bebê a cada mil nascimentos. Apesar da prevalência, muitos desconhecem a disponibilidade de tratamento integral e acessível no sistema público de saúde. O secretário de Estado da Saúde, César Neves, enfatizou que a existência de terapia completa está disponível para todos os paranaenses.
Equipe multiprofissional e reabilitação integrada
O Centro conta com profissionais de diferentes especialidades que trabalham de forma coordenada. A abordagem interdisciplinar abrange reabilitação funcional, correção estética e reintegração social dos pacientes. Esse modelo de atendimento garante que cada caso receba acompanhamento completo desde o diagnóstico até a recuperação total.
Histórias de sucesso no tratamento
Thiago Emanuel Matias da Silva, com 4 anos de idade, é exemplo de sucesso na unidade. Nascido com fissura labial no Hospital do Trabalhador, ele foi submetido a cirurgia plástica aos cinco meses de vida. Sua mãe relata que a incerteza inicial foi superada ao ver o progresso do filho através do acompanhamento contínuo no Centro.
Acesso garantido e de qualidade
O tratamento oferecido mantém alto padrão de excelência sem custos para os pacientes. A assistência integral engloba cirurgias, acompanhamento pós-operatório, fonoaudiologia, psicologia e demais especialidades necessárias para o sucesso terapêutico. O acesso igualitário pelo SUS democratiza o tratamento de uma malformação que requer intervenção especializada.





