Chapada Diamantina enfrenta doenças bacterianas no cultivo de tomate

Transplantios realizados entre janeiro e abril foram afetados por clima úmido e quente na região baiana

Chapada Diamantina enfrenta doenças bacterianas no cultivo de tomate
Lavoura de tomate na Chapada Diamantina enfrenta impacto de doenças bacterianas

Transplantios de tomate realizados de janeiro até abril na Chapada Diamantina foram impactados por clima úmido e quente que elevou incidência de doenças bacterianas na região.

Os transplantios de tomate realizados na Chapada Diamantina, na Bahia, entre janeiro e a última quinzena de abril foram impactados pelo clima úmido e quente da região, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

As condições climáticas elevaram a incidência de doenças bacterianas nas lavouras de tomate durante o período de transplantio, etapa fundamental para o estabelecimento das mudas no campo.

A umidade relativa do ar e as temperaturas elevadas criam ambiente propício para a proliferação de patógenos bacterianos que afetam a cultura do tomate. Os produtores enfrentam dificuldades na sanidade das plantas durante os meses de maior umidade na região.

Apesar dos desafios fitossanitários registrados no primeiro semestre, produtores da Chapada Diamantina têm observado aumento da produtividade nas lavouras de tomate, conforme dados do Cepea. A região continua investindo em práticas de manejo integrado de doenças para minimizar perdas nas safras seguintes.

O monitoramento das condições climáticas e a adoção de medidas preventivas de controle fitossanitário são essenciais para reduzir o impacto de doenças bacterianas nos cultivos de tomate da região baiana.