Estratégia combina importações, expansão de distribuição e nacionalização de produção, segundo especialista

Presença chinesa no mercado de tratores e colheitadeiras repete padrão de outros segmentos industriais, aponta sócio-diretor de consultoria
A presença chinesa no mercado brasileiro de máquinas agrícolas começa a ganhar escala e repete movimentos já observados em outros segmentos industriais.
Segundo Carlos Cogo, Sócio-Diretor de Consultoria da Cogo Inteligência em Agronegócio, o avanço das importações de tratores e colheitadeiras indica uma estratégia que combina entrada via comércio exterior, expansão da distribuição e posterior nacionalização da produção.
“A presença chinesa no mercado brasileiro de máquinas agrícolas começa a ganhar escala e repete movimentos já observados em outros segmentos industriais. O avanço das importações de tratores e colheitadeiras indica uma estratégia que combina entrada via comércio exterior, expansão da distribuição e posterior nacionalização da produção.”
O padrão identificado pela consultoria segue modelo já adotado por empresas chinesas em outros setores da economia brasileira, iniciando com produtos importados e evoluindo para fabricação local. A estratégia de distribuição ampliada visa consolidar presença antes de investir em plantas de produção no país.
A nacionalização gradual de máquinas agrícolas chinesas representa movimento significativo no segmento, historicamente dominado por fabricantes tradicionais de origem europeia e norte-americana.





